
Mostra como transformar o bom em ótimo e fala de como transformar uma boa organização numa organização que gera excelentes resultados sustentáveis. Trata, essencialmente, dos os princípios atemporais do processo de transição de boa empresa para grande empresa. A obra, baseada em uma pesquisa com empresas norte-americananas, procura mostrar quais são os fatores que criam as grandes organizações duradouras de qualquer tipo.

Se as suas finanças andam na corda bamba, talvez esteja na hora de você refletir sobre o que T. Harv Eker chama de "o seu modelo de dinheiro" - um conjunto de crenças que cada um de nós alimenta desde a infância e que molda o nosso destino financeiro, quase sempre nos levando para uma situação difícil.
Neste livro, Eker mostra como substituir uma mentalidade destrutiva - que você talvez nem perceba que tem - pelos "arquivos de riqueza", 17 modos de pensar e agir que distinguem os ricos das demais pessoas. Alguns desses princípios fundamentais são:
Ou você controla o seu dinheiro ou ele controlará você.
O hábito de administrar as finanças é mais importante do que a quantidade de dinheiro que você tem.
A sua motivação para enriquecer é crucial: se ela possui uma raiz negativa, como o medo, a raiva ou a necessidade de provar algo a si mesmo, o dinheiro nunca lhe trará felicidade.
O segredo do sucesso não é tentar evitar os problemas nem se livrar deles, mas crescer pessoalmente para se tornar maior do que qualquer adversidade.
Os gastos excessivos têm pouco a ver com o que você está comprando e tudo a ver com a falta de satisfação na sua vida.
O autor também ensina um método eficiente de administrar o dinheiro. Você aprenderá a estabelecer sua remuneração pelos resultados que apresenta e não pelas horas que trabalha. Além disso, saberá como aumentar o seu patrimônio líquido - a verdadeira medida da riqueza.
A idéia é fazer o seu dinheiro trabalhar para você tanto quanto você trabalha para ele. Para isso, é necessário poupar e investir em vez de gastar. "Enriquecer não diz respeito somente a ficar rico em termos financeiros", diz Eker. "É mais do que isso: trata-se da pessoa que você se torna para alcançar esse objetivo."

Com mais de 150 mil exemplares vendidos, o livro Mercado Financeiro - Produtos e Serviços chega a sua 17ª edição consagrado como a bíblia dos profissionais da área financeira e cada vez mais adotado nos cursos de graduação e pós-graduação de Administração, Economia, Direito e Finanças de todo país. Esta obra é um verdadeiro manual, que vai ajudar o leitor a conhecer os diversos tipos de produtos e serviços oferecidos nos mercados financeiros, de capitais e de derivativos, além de prepará-lo para entender as melhores opções de investimento. O livro é hoje uma referência para quem deseja investir, atuar direta ou indiretamente na área financeira e para os que querem aprofundar seus conhecimentos neste campo.
O texto foi atualizado de acordo com as últimas normas legais e incluiu todas as novidades relacionadas ao mercado. Esta nova edição foi inteiramente revista e ampliada para continuar sendo a fonte confiável de consulta que determinou seu sucesso. A obra informa e soluciona as dúvidas do dia-a-dia, além explicar todo o funcionamento do mercado financeiro brasileiro de forma simples e didática. Este grande êxito é resultado do esforço do autor para acompanhar e registrar todas as modificações deste mercado, mantendo a obra completa há mais de 15 anos.
Com mais de 150 mil exemplares vendidos, o livro Mercado Financeiro - Produtos e Serviços chega a sua 17ª edição consagrado como a bíblia dos profissionais da área financeira e cada vez mais adotado nos cursos de graduação e pós-graduação de Administração, Economia, Direito e Finanças de todo país. Esta obra é um verdadeiro manual, que vai ajudar o leitor a conhecer os diversos tipos de produtos e serviços oferecidos nos mercados financeiros, de capitais e de derivativos, além de prepará-lo para entender as melhores opções de investimento. O livro é hoje uma referência para quem deseja investir, atuar direta ou indiretamente na área financeira e para os que querem aprofundar seus conhecimentos neste campo.
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O texto foi atualizado de acordo com as últimas normas legais e incluiu todas as novidades relacionadas ao mercado. Esta nova edição foi inteiramente revista e ampliada para continuar sendo a fonte confiável de consulta que determinou seu sucesso. A obra informa e soluciona as dúvidas do dia-a-dia, além explicar todo o funcionamento do mercado financeiro brasileiro de forma simples e didática. Este grande êxito é resultado do esforço do autor para acompanhar e registrar todas as modificações deste mercado, mantendo a obra completa há mais de 15 anos.

O autor neste livro quebra a cronologia linear da historiografia oficial para desnudar o saque ao continente que persiste desde o descobrimento. Analisando os mecanismos de poder, os modos de produção e os sistemas de expropriação, Eduardo Galeano reescreve a história da América Latina e expõe os quinhentos anos de exploração econômica e miséria social."

Resultado de anos de pesquisa e estudos, este livro revela como grandes corporações falham e quais são os estágios desse declínio. A obra traz também elementos importantes para reflexão: o declínio pode ser percebido e evitado com antecedência? Até onde pode falhar uma companhia antes que o caminho se torne inevitável? As empresas podem reverter esse trajeto? Ao confrontar essas e muitas outras perguntas, entre elas: o que aconteceu na empresa para o declínio se tornar visível, e o que a empresa fez quando começou a cair e o que podemos aprender ao estudar o contraste entre o sucesso e o fracasso, Collins esboça um panorama pouco comum para o seu trabalho, a partir do qual analisa o fracasso de grandes empresas, e não o sucesso. A principal conclusão de Collins é que não importa o quão bem-sucedida uma empresa é, ela sempre pode cair e, em alguns casos, desaparecer por completo. A boa notícia da é que mesmo empresas em estágio avançado de decadência podem se recuperar.

Por que os ovos vermelhos são mais caros que os brancos, embora tenham o mesmo sabor e valor nutricional? Por que as pessoas insistem em dividir a conta em um restaurante quando essa prática faz com que todos gastem mais do que consumiram? Embora muitos considerem a Economia algo incompreensível, seus princípios básicos são facilmente encontrados em exemplos concretos no cotidiano. O naturalista da economia é uma coletânea de situações inusitadas do dia a dia, analisadas sob o ponto de vista econômico. Com bom humor, Frank esclarece questões curiosas sobre o comportamento humano utilizando conceitos como a relação custo-benefício, o custo de oportunidade e a lei do preço único. Ao tornar esses fundamentos acessíveis a todos, este livro convida o leitor a descobrir uma face surpreendente da Economia que vai muito além de cálculos e jargões.

Shakespeare, um empresário milionário do ramo do entretenimento de massa? Gustavo Franco e Henry Farnam abordam aqui o tema de diferentes formas. Visões complementares que revelam uma nova e interessante faceta da vida e obra do bardo.
A economia de Shakespeare
Franco, num ensaio atual, fala da economia do teatro, da linguagem e das companhias teatrais, sua organização e seus resultados financeiros, além de surpreender o leitor com cálculos que mostram como Shakespeare era dono de uma fortuna considerável.
A economia em Shakespeare
Farnam, em texto de 1931,discorre sobre a economia no interior das peças, numa mescla de situações que compõem um interessante painel sobre o surgimento do capitalismo.

Criar um banco para emprestar dinheiro aos pobres. Foi colocando essa idéia em prática que Muhammad Yumus fundou o Banco Grameen, em Bangladesh, destinado a oferecer um amplo serviço de microcrédito para a população carente de seu país. O sucesso foi tão grande que logo se expandiu para o mundo inteiro, mostrando-se não só uma operação viável do ponto de vista financeiro como um forte aliado no combate à pobreza.
Este livro conta a história desse sonho levado à prática, expondo às claras as idéias de Yumus, que em muitos aspectos vai contra os princípios tradicionais dos economistas. Longe da frieza burocrática dos financistas, seu ponto de vista valoriza o ser humano e mostra-se atento à vida e aos hábitos das pessoas, na ânsia sincera por emancipá-las.

Este livro colabora com o professor na tarefa de apresentar ao aluno a forma de raciocinar própria da Economia ao oferecer uma introdução clara e rigorosa dos princípios da Economia moderna. Destacam-se as seguintes características- inserções e novos apêndices adaptados com situações adaptadas à realidade brasileira - texto agradável, de fácil leitura e compreensão, faz uma abordagem de todos os conceitos que um estudante de Economia deve conhecer, mas de uma forma relativamente concisa- apresenta problemas de caráter econômico tanto no nível do Estado, como no das atividades profissionais e empresariais, e até mesmo na vida cotidiana - gráficos, quadros, figuras e notas complementares ilustram e enriquecem o conteúdo estudado.

Nova edição do sucesso do prof. Pankaj Ghemawat, o mais jovem professor a atuar na Harvard Business School. O texto mantém sua clareza e rigor e traz dois novos capítulos, um sobre dinâmicas competitivas e outro sobre estratégias corporativas. Não contém Estudos de Caso.

O crescimento da classe média nos países emergentes é talvez o fenômeno social e econômico mais importante desde as últimas décadas do século 20. O Brasil tem parte expressiva nessas tendências. Impulsionados pelo aumento do emprego e da renda, em condições de inflação baixa e crédito farto, milhões de brasileiros puderam aumentar o seu poder de compra e adquirir os símbolos mais vistosos de ingresso na classe média, como casa própria e automóvel, além de uma vasta gama de bens de consumo. Estas constatações suscitam algumas interrogações. Que devemos entender por classe média? No Brasil, especificamente, serão sustentáveis os índices de expansão do que se tem denominado a 'nova classe média' ou muitos dos que acabaram de ascender socialmente estão ameaçados de voltar para a pobreza? A classe média poderá ser um agente fundamental na desejada revisão de valores sociais e fonte de apoio para a democracia e uma economia competitiva? Baseado em análises históricas e pesquisas de opinião, este estudo tenta dar respostas às questões acima sob os ângulos do consumo, empreendedorismo, educação, política e valores.

Este livro é dirigido a profissionais iniciantes na área financeira e profissionais em geral que necessitam de conceitos financeiros básicos. Foi escrito em uma linguagem de fácil assimilação, utilizando os exemplos práticos do cotidiano de empresas e famílias brasileiras, que podem ser aplicados em programa de educação financeira corporativa, para "educar financeiramente" os profissionais de todas as áreas e todos os níveis hierárquicos, bem como os proprietários de pequenos negócios. A analogia das transações financeiras empresariais com as transações financeiras pessoais facilitará a compreensão de sua mecânica.
No mundo dos negócios, as empresas estão sempre em busca de lucro, mas na maioria das empresas, o resultado de caixa é mais importante do que o lucro, pois para obtê-lo, há necessidade de "fôlego financeiro", que somente empresas capitalizadas possuem. Um funcionário que administra sua vida financeira adequadamente aumenta naturalmente a produtividade na empresa.

Resenha: O livro traz dicas de como administrar bem o seu dinheiro e fazer com que ele renda mais. Entre outros temas, mostra como gerir seu orçamento pessoal, como comprar um imóvel, além de apresentar uma análise sobre os mercados financeiros.

O primeiro contato das pessoas com o universo dos investimentos costuma ser com a poupança. Uma minoria dos investidores em poupança migra parte seus recursos para renda fixa e posteriormente para investimentos em renda variável. Devido aos anos de convivência com a inflação, não se desenvolveu no Brasil uma cultura de investimentos em longo prazo, necessária para que o mercado acionário evolua. Somente após a estabilização da moeda, após o Plano Real, criaram-se as condições necessárias para investimentos de longo prazo. A BM&FBOVESPA, através de seus programas de popularização de mercado, foi um importante propulsor do interesse e do número de investidores em renda variável no Brasil. A recente queda de juros em patamares abaixo de 10% ao ano propiciou um novo impulso em pessoas interessadas a aprender como investir na bolsa. Este livro foi escrito com o intuito de ajudar estes novos interessados e de fornecer um amplo panorama do que é o mercado financeiro e de como uma pessoa pode se tornar um investidor de sucesso e se beneficiar deste mercado para aumentar sua renda.
Chegou o novo Freakonomics! Essa nova edição revista, atualizada e ampliada do bestseller internacional traz as seguintes novidades, além do texto totalmente revisado:
O artigo original de autoria de Stephen Dubner sobre Steven Levitt, que gerou a idéia deste livro, publicado na revista do The New York Times. Sete colunas "Freakonomics" escritas para a revista do The New York Times e publicadas entre agosto de 2005 e abril de 2006.
Mensagens selecionadas no blog Freakonomics, enviadas entre abril de 2005 e maio de 2006 para o endereço http://www.freakonomics.com/blog/.
O livro-destaque do ano, segundo o New York Times.
Considerado o melhor livro do ano pelo The Economist, pela New York Magazine, pela Amazon.com e pela Barnesandnoble.com
Vencedor - Prêmio Quill 2005 para o melhor livro do ano sobre negócios
Finalista ? Prêmio Financial Times/Goldman Sachs para o melhor livro do ano sobre negócios
"Se fosse economista, Indiana Jones seria Steven Levitt... Um caçador de tesouros ímpar, cujo sucesso se deve à sua verve, coragem e ao seu menosprezo pela sabedoria convencional... Freakonomics se parece com uma história de detetive... Fiz força para descobrir nele algo do que reclamar, mas desisti. Criticar Freakonomics seria como falar mal de um sundae de chocolate. A cereja do arremate, Stephen Dubner... nos faz rir num momento e levar um susto em seguida. O senhor Dubner é uma pérola das mais raras".
Wall Street Journal

A ascensão do dinheiro é o mais recente livro de Niall Ferguson, professor de Harvard e principal referência em história econômica dos dias de hoje. Neste ensaio, o autor examina a história financeira do mundo e defende o desenvolvimento da moeda e do sistema bancário como sintoma do processo civilizatório. Com uma narrativa clara, abrangente e enriquecida por exemplos corriqueiros, Ferguson aponta uma transformação econômica pautada no rápido crescimento de países como China e Índia. Adequado tanto para leigos quanto para especialistas, o livro mostra como a crise atual se encaixa no cenário histórico e lamenta o fato de a humanidade não ter aprendido com erros do passado.
Best-seller nos EUA a na Inglaterra, A ascensão do dinheiro foi adaptado para documentário televisivo pela rede BBC.

Quando, daqui a vinte anos, os historiadores se debruçarem sobre a história do mundo e chegarem ao capítulo "ano 2000 a março de 2004", que fatos destacarão como os mais importantes? Os ataques ao World Trade Center e ao Pentágono em 11 de setembro de 2001 e a Guerra do Iraque? Ou a convergência de tecnologia e determinados acontecimentos que permitiu à Índia, China e tantos outros países ingressarem na cadeia global de fornecimento de serviços e produtos, deflagrando uma explosão de riqueza nas classes médias dos dois maiores países do mundo - e convertendo-os, assim, em grandes interessados no sucesso da globalização? O novo livro do premiado jornalista Thomas L. Friedman desmistifica esse admirável novo mundo para os leitores, permitindo-nos compreender o muitas vezes desnorteante cenário global que se descortina diante dos nossos olhos. Com sua inigualável habilidade para traduzir complexos problemas econômicos e de política externa, Friedman explica como se deu o achatamento do mundo na aurora do século XXI; seu significado para países, empresas, comunidades e indivíduos; e como governos e sociedades podem e devem se adaptar. "O Mundo é Plano" é uma análise oportuna e imprescindível da globalização, seus êxitos e opositores, realizada com rigor e clareza por um dos mais respeitados jornalistas norte-americanos.

"Neste livro, um best-seller com mais de um milhão de cópias vendidas, o autor Benjamin Graham mostra que todo investidor inteligente deve combinar educação financeira, pleno conhecimento do mercado e, acima de tudo, uma visão de longo prazo. Essas são ferramentas fundamentais e de grande valia para quem deseja ter sucesso no mercado de ações." - Raymundo Magliano Filho, presidente da Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA).

"Click", do norte americano Bill Tancer, é um convite para aproveitar a massa de informações gerada pelas preferências de milhões de usuários da rede mundial.
O comportamento social é um emaranhado de complexidades ? desejos, medos, frustrações, ambições... Para tentar compreender alguns desses fenômenos, muitas teorias foram criadas. São técnicas que vão da psicanálise à sociologia, da antropologia à pesquisa social empírica, passando por todas as formas estatísticas que a imaginação humana já criou.
O livro parte do pressuposto que falar não é o mesmo que agir. Se num universo de pesquisas que leva em conta a opinião expressa dos usuários (aquelas em que um entrevistador faz perguntas de um questionário), a verdade pode ficar disfarçada, é no grande volume de pesquisas em ferramentas de busca que estão inscritas as grandes tendências. Em linguagem acessível e com bom humor, o livro é dividido em duas partes em que o leitor pode acompanhar o desenvolvimento do método de obter informações dos públicos de interesse e o modo como essas são interpretadas.
Sim, afinal de contas, a facilidade da obtenção de informações não elimina a necessidade de uma interpretação. E é nessa fase que toda a inteligência e experiência de Tancer contribui para que se possa compreender os fenômenos que interessam aos usuários. Executivo da Hitwise, instituto de pesquisas a partir de bases de dados virtuais, Tancer analisa informações que apontam para o rompimento de estereótipos sobre os padrões de consumo e de características atribuídas a determinados grupos sociais.
Numa sociedade em que a presença da internet é massiva e vem mudando padrões de comportamento de maneira crescente, Click cumpre sem nem uma vírgula a menos, tudo o que promete ser: uma obra útil e inovadora para quem já compreendeu que a vida é também on-line.

Usando o artifício de uma linguagem universal, este livro pretende ajudar qualquer pessoa que esteja interessada em conhecer o campo da psicologia econômica, independentemente de seu grau de familiaridade com o assunto. Como se trata de uma nova área de conhecimento em nosso país é provável que muita gente realmente desconheça sua existência ou sequer suspeite de como ela pode ser útil em sua vida cotidiana ou em assuntos mais vitais, como a própria evolução sócio-econômica do nosso país. Do ponto de vista da vida pessoal, o livro também pode ser útil a quem deseja conhecer mais a fundo as próprias operações mentais com relação às decisões econômicas que toma.
Leia para se surpreender! Leia para se entender!

As atividades e as decisões governamentais são determinantes fundamentais da estabilidade, do crescimento econômico e do bem-estar social. Quais são estas atividades e decisões? Como elas afetam o comportamento da economia? Que princípios devem guiar as ações governamentais? São estas perguntas que todo cidadão faz, que afetam a vida cotidiana de todas as pessoas e que Fabio Giambiagi e Ana Cláudia Além respondem de forma clara e precisa neste livro-texto.
Finanças Públicas vem preencher uma grande lacuna sentida por todos os estudantes brasileiros de finanças públicas. É também texto de leitura obrigatória para todos os professores, pesquisadores universitários, economistas e demais técnicos que militam nesta área nos governos.
Também para o público em geral interessado no tema, o material será um texto de consulta fundamental. Não tenho dúvidas de que este livro muito contribuirá para melhorar a qualidade da gestão pública no Brasil.
O livro analisa questões concretas de forma didática, utilizando a teoria e os instrumentos analíticos para estabelecer um perfeito equilíbrio e integração entre a teoria e a realidade.

O colapso do sistema financeiro não é a causa, mas sim a manifestação de um impasse na economia mundial. É desta forma, em oposição às linhas de interpretação hegemônicas, que István Mészáros analisa o atual período histórico em sua nova obra, A crise estrutural do capital. No livro, o filósofo desmonta uma série de ilusões associadas aos acontecimentos recentes e afirma que as raízes da crise, na verdade, encontram-se no atual estágio de desenvolvimento do capitalismo.
A partir de uma visão histórica e sistêmica sobre a crise do capital, o autor mostra que esta crise nada tem de nova. Pelo contrário, é endêmica, cumulativa, crônica e permanente; e suas manifestações são o desemprego estrutural, a destruição ambiental e as guerras permanentes. Com orelha de Samir Amin e apresentação de Ricardo Antunes, A crise estrutural do capital retoma, assim, as contundentes críticas propostas por Mészáros, ao passo que muitas de suas perspectivas são confirmadas na trajetória descendente da economia global e pelos excessos no sistema financeiro internacional. O autor reafirma, assim, que vivemos uma crise estrutural cada vez mais profunda, cuja superação está além da quantia de zeros destinadas para tapar o buraco do endividamento global.

Você é o típico "pão-duro" que ainda acredita que construir um futuro financeiro tranqüilo é sinônimo de sacrifícios e privações? Saiba que para uma boa administração financeira você não precisa se transformar num "avarento" que só pensa em acumular cada vez mais e mais. A autora mostra que é possível balancear os gastos rotineiros e os que proporcionam prazer com a construção de patrimônio e, conseqüentemente, a possibilidade de enriquecer. Neste livro você aprenderá a gastar com responsabilidade, sem abrir mão de seu bem-estar hoje e, sobretudo, irá se livrar do malabarismo financeiro e fazer as pazes com sua conta-corrente de uma vez por todas.

Com referências ao novo Código Civil, esta obra traz uma análise da letra de câmbio, da nota promissória, da duplicata e do cheque, pormenorizando o cancelamento e a sustação do protesto e da ação executiva cambial, além de testes de aproveitamento ao final de cada ponto.

O colapso do sistema financeiro não é a causa, mas sim a manifestação de um impasse na economia mundial. É desta forma, em oposição às linhas de interpretação hegemônicas, que István Mészáros analisa o atual período histórico em sua nova obra, A crise estrutural do capital. No livro, o filósofo desmonta uma série de ilusões associadas aos acontecimentos recentes e afirma que as raízes da crise, na verdade, encontram-se no atual estágio de desenvolvimento do capitalismo.
A partir de uma visão histórica e sistêmica sobre a crise do capital, o autor mostra que esta crise nada tem de nova. Pelo contrário, é endêmica, cumulativa, crônica e permanente; e suas manifestações são o desemprego estrutural, a destruição ambiental e as guerras permanentes. Com orelha de Samir Amin e apresentação de Ricardo Antunes, A crise estrutural do capital retoma, assim, as contundentes críticas propostas por Mészáros, ao passo que muitas de suas perspectivas são confirmadas na trajetória descendente da economia global e pelos excessos no sistema financeiro internacional. O autor reafirma, assim, que vivemos uma crise estrutural cada vez mais profunda, cuja superação está além da quantia de zeros destinadas para tapar o buraco do endividamento global.

A obra é indicada para todas as pessoas que tenham alguma ligação direta ou indireta com o Crédito Comercial e, a partir daí, poderá estabelecer a melhor forma de relacionamento com o mercado, buscando cada vez mais aproveitamento das ´Vendas a Prazo´. Demonstra afinidade com o relacionamento humano, deixando ainda mais evidente a importância de um ´Crédito bem Concedido´, instrumento que ajuda a perpetuar a relação vendedor x consumidor.

Alguém já disse que o ser humano é um eterno insatisfeito e que também é movido por interesses econômicos, nunca estando satisfeito como o que tem e por isso sempre busca cada vez mais. Olhando ao nosso redor é possível observar exemplos que pode nos indicar que isso seja verdade, tanto sob o ponto de vista material como talvez do espiritual.

Trata-se do primeiro livro lançado no mercado de crédito nacional que, efetivamente, contribui para o aprendizado da tarefa de gestão de risco de crédito em carteiras de empresas e pessoas físicas, uma vez que engloba não só a teoria, mas também e fundamentalmente a prática, com a inclusão de exercícios e estudos de casos desenvolvidos com base em adaptações de situações reais.
É indicado para as disciplinas Análise de Crédito e Análise de Demonstrações Financeira dos cursos de Administração de Empresas, Ciências Contábeis e Economia. Leitura também recomendada para cursos de treinamento e desenvolvimento profissional.

A crise econômica chegou em todo o globo. Mas será menos profunda e mais curta que a de 1929, já que governos e bancos centrais estão agindo com base no receituário proposto por John Maynard Keynes. No caso do Brasil, no entanto, superada a crise, o país corre o risco de continuar em situação de subdesenvolvimento e com sombrias perspectivas econômicas de longo prazo. O que fazer depois da crise: a contribuição do desenvolvimentismo keynesiano propõe meios e modos a serem utilizados para, vencida a crise, colocar o país na trilha da eliminação do seu atraso econômico. O economista João Paulo de Almeida Magalhães – a partir de discussões desenvolvidas no Centro de Estudos para o Desenvolvimento (CED) – mostra ser possível, por meio de enfoque de longo prazo dos procedimentos utilizados por Keynes, conseguir a eliminação do subdesenvolvimento brasileiro em tempo útil. Ou seja, antes que os graves problemas econômicos, políticos e sociais do país tornem-se irreversíveis. Por isso, a importância desta obra para o Brasil de hoje. As concepções apresentadas aqui têm tudo para serem lidas e implementadas.

Utilizando uma linguagem elétrica e ágil – como é a Internet – procurei explicar como os acontecimentos nos levaram à crise, mostrando que modas e vícios antigos (como o esquema de pirâmide) voltaram camuflados em estruturas financeiras sofisticadas, com nomes misteriosos, como: derivativos, hedge funds, subprime, CDS e outros. De forma didática, busquei montar um mosaico com as informações disponíveis na rede mundial de computadores, traduzindo para o leitor os efeitos possíveis da crise. O livro foi escrito dentro de um novo conceito: durante a leitura, o leitor pode acessar a Internet e alcançar a profundidade que quiser em cada tópico. Dessa forma, ele pode se conectar aos sites e blogs indicados e ampliar seu conhecimento. Finalizo propondo ações práticas que poderão ser tomadas pelos profissionais e pequenos empresários para enfrentar a crise.

Ano de Edição: 2009
Quantidade de páginas: 224
Editora: Campus
No livro 'A crise de 2008 e o retorno da depressão econômica', o autor analisa os acontecimentos na economia globalizada e revela ao leitor que diversas formas de restrição ao capital podem ser postas em prática. O autor demonstra como a falta de planejamento para acompanhar o sistema financeiro levou os Estados Unidos, e o mundo em geral, a enfrentar a maior crise financeira desde os anos 30. O autor aponta as medidas que devem ser tomadas para conter a crise e reverter uma economia instável numa recessão profunda.

Ano de Edição:2008
Quantidade de páginas: 208
Editora: Agir
Um ensaio que combina conhecimento e densidade filosófica, o autor oferece uma contribuição para o entendimento da crise de crédito que o mundo atravessa e suas implicações para as nações e para a economia global.

São muitos os métodos quantitativos de análise discriminante de grupos para a concessão de crédito. A teoria que justifica a inadimplência certamente precisa levar em consideração conceitos econômicos, psicológicos e sociológicos, mas é necessário, também, que se estabeleça um modelo de previsão de inadimplência para a análise de pessoas físicas ou jurídicas por meio de ficha cadastrais, históricos creditícios ou demonstrativos financeiros. Neste livro, de grande valia para os profissionais de gestão bancária e de instituições que lidam com a concessão de crédito, Nelson Lerner Barth apresenta a descrição e a comparação de vários métodos quantitativos de previsão de inadimplência, evidenciando as vantagens e as desvantagens da aplicação de cada um. As técnicas mais tradicionais de análise multivariada, como análise discriminante linear e regressão logística, são comparadas às duas redes neurais e dos organismos genéricos, numa linguagem fluida, sem fórmulas, jargões ou notações complexas, tornando o entendimento acessível aos profissionais que lidam com a questão do crédito.
Editora: Nobel
Edição: 1
Número de páginas: 98
Lançamento: 1/1/2004

O varejo vem assumindo uma importância crescente no panorama empresarial do Brasil e do mundo. Notícias sobre o varejo aparecem quase diariamente nos cadernos econômicos dos principais jornais brasileiros. À medida que as empresas varejistas se expandem, passam a adotar avançadas tecnologias de informação e de gestão e desempenham papel cada vez mais importante na modernização do sistema de distribuição e da economia brasileira. Com um volume anual de vendas superior a R$ 100 bilhões, compreendendo cerca de um milhão de lojas, e representando mais de 10% do PIB brasileiro, as atividades varejistas desempenham um papel de relevante importância no cenário econômico do Brasil.
Nos últimos anos, o varejo vem atravessando um processo de transformação especialmente intenso. Com o acelerado ritmo de consolidação do setor, um número crescente de varejistas aparece na relação das maiores empresas do Brasil. O Carrefour e o Pão de Açúcar situam-se entre as cinco maiores empresas privadas brasileiras, com vendas anuais de quatro bilhões de dólares. Entre as 100 maiores empresas privadas brasileiras, 12 pertencem ao setor varejista.
Este livro auxilia profissionais e estudantes do varejo a entenderem a dinâmica do mercado e a enfrentarem com sucesso as mudanças dramáticas que estão ocorrendo no setor. O autor teve a preocupação de oferecer uma abordagem não só do ponto de vista conceitual, mas também prático, incorporando muitos casos da realidade brasileira e sugestões estratégicas e táticas para os varejistas. Os 15 capítulos do livro estão organizados em: Visão geral e estratégia da gestão varejista; mapeamento do mercado e do consumidor; Desenvolvimento de estratégias e táticas de marketing; Gestão varejista e a eliminação de desperdícios.
Editora: Atlas
1ª Edição (2000) | 8ª Tiragem
Páginas: 394 páginas

O crédito. Base econômica do crédito. As crises. Limite do crédito. O crédito como capital. Uso e abuso do crédito. Classificação do crédito. Documentos de crédito. A cobrança. Etc.

O crédito. Base econômica do crédito. As crises. Limite do crédito. O crédito como capital. Uso e abuso do crédito. Classificação do crédito. Documentos de crédito. A cobrança. Etc.

Quando uma empresa não consegue cobrar pontualmente suas faturas não pode atender suas próprias obrigações de pagamento e sua tesouraria entra em crise. Além disso, a falta de pagamento obriga as empresas a buscarem financiamento de curto prazo, e isto implica um custo financeiro elevado. Este livro, além de explicar os métodos mais eficazes para realizar as ações de cobrança e controlar a morosidade, oferece uma metodologia para a recuperação de títulos vencidos.

Atualmente a completa evolução dos negócios nos enfrenta permanentemente com questões e concepções renovadoras impossíveis de evitar, consequentemente, se torna imperativo responder a tais transformações na medida de suas exigências.

Intended as a practical, user-friendly guide to credit and collection principles and practices. Discusses how to to address daily problems with domestic customers, deal with the globalization of business, improve overall productivity, reduce bad debt losses, reduce delinquencies and maintain acceptable DSO, for making more sales. DLC: Credit--management.

Learn from a pro the secrets of collecting back child support, court judgments and other "uncollectible" bills by balancing legal issues with street realities. Plus, how to set up your business, attract well-paying clients, ensure delivery of installmentpayments and make sure you get your money up front. For academic study only.

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Collections Made Easy was written to help businesses stay in business and gain control of their receivables. It helps you overcome your reluctance to make collection calls and keep better track of who pays when.

Extending, denying, and collecting debts are crucial areas that can make or break a small business. Yet many businesses send letters that either alienate customers or fail to convince the debtor to pay. With this volume, you can have at your fingertips the perfect letter for any credit or collection problem, already written for you, along with advice on how to compose your own.

No matter how successful a sales operation is, if customers don't pay their bills, the company is left holding the bag. Companies across the country are out billions of dollars in delinquent money. This book shows companies how to use a variety of new credit collection techniques to successfully collect their outstanding bills.

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"O crédito costuma outorgar, ainda nestes tempos recorrendo ao conhecimento superficial da pessoa ou da empresa que o solicita mais que aos elementos técnicos de juízo adequados ao caso.
O adequado ao caso é adaptar as idéias expostas neste contexto às necessidades de cada empresa sem o prejuízo, freqüente com certeza, de que nela se exageram as coisas, mas ante tantas empresas com problemas financeiros graves, nenhuma providencia que deve se considerar fora de lugar”. Ediciones Fiscales ISEF
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