
“A Gestão do Crédito como Vantagem Competitiva” é um manual prático indispensável a qualquer gestor, analista de crédito, tesoureiro e gestor de cobranças.
Contém informação desde as práticas do quotidiano à utilização de métodos estatísticos que abordam o crédito scoring, as redes neuronais e a utilização dos balanced scorecards. Cartas, formulários e contratos já preparados ajudarão o gestor de crédito e cobranças a comunicar com os clientes de uma forma mais eficiente e eficaz.
Centradas na política de crédito adaptada pela empresa, desenvolvem-se todas as atividades necessárias à redução do prazo médio dos pagamentos e ao consequente aumento dos fluxos de tesouraria derivados por cobranças mais rápidas e por seleção mais criteriosa das diferentes classes de clientes de menor risco.

Em setembro de 2008, o jornalista Thomas L. Friedman, autor de O mundo é plano e vencedor de três prêmios Pulitzer, lançou nos Estados Unidos Quente, Plano e Lotado. Complementar ao anterior, o novo livro ajudou a entender ainda melhor o complexo mundo do capitalismo global, com mais uma análise oportuna e imprescindível da globalização - desta vez com enfoque na relação entre o meio ambiente e o ambiente de negócios. Pouco depois, com o estouro da recessão americana, a queda mundial no preço de petróleo e a eleição de Barack Obama para a presidência da maior potência mundial, a necessidade de destrinchar as consequências desses fatos levaram o economista a re-escrever o livro, e é esta edição de Quente, Plano e Lotado, com 637 páginas totalmente revistas e atualizadas, que a Editora Objetiva lança agora no Brasil.

As notícias sobre o avanço chinês não param de surpreender. Diariamente a imprensa internacional traz novidades sobre o dragão que dobra o tamanho de sua economia a cada seis ou sete anos. E que, com imenso apetite, compra insumos, pressiona preços dos produtos básicos, invade mercados de países industrializados e em desenvolvimento.
Como entender uma nação que em duas décadas saiu da periferia para o centro das decisões globais? James Kynge, autor de A China Sacode o Mundo, que a Editora Globo acaba de lançar, é uma das pessoas mais qualificadas do planeta para dar essa resposta. Ele conheceu como estudante um país ainda fechado às idéias do ocidente e retardatário na corrida pelo progresso em 1982. Desde então, trabalhou 19 anos como jornalista na Ásia e tem a experiência de mais de uma década fazendo reportagens por todo o imenso e desigual território chinês. Ninguém acompanhou mais de perto as transformações econômicas, sociais e culturais que hoje colocam o país no centro das decisões mundiais.
Entender essa ascensão definitivamente não é uma tarefa que caiba a iniciantes. Com a maior população do planeta e uma civilização milenar que constituiu um império centralizado, qualquer análise sobre a China exige um olhar diferenciado. E é essa sensibilidade que o autor transmite. O livro traz uma atenção a histórias e detalhes que só um grande repórter pode perceber.
Se para o mundo os grandes números do poderio econômico são uma medida do fenômeno chinês, certamente não são suficientes para explicar o que acontece com um povo que ambiciona um papel internacional de protagonista. Para entender isso é preciso acompanhar James Kynge em suas viagens pelo país, com ele visitar lugares de produção e de lazer, conversar com as pessoas desde grandes lideranças até os mais simples trabalhadores.
Assim, o leitor brasileiro terá a oportunidade de reconhecer que o evento mais determinante para esse nosso século não pode ser expresso apenas pela frieza da macroeconomia. Mas sim pelo olhar atento do jornalista sobre toda uma sociedade que se modifica em ritmo alucinante e, enfim, sacode o mundo.

Marcelo Angulo é um jovem e bem-sucedido profissional que traz ao leitor uma relação de sites interessantes e esclarecedores sobre diversos temas ligados às finanças pessoais, investimentos, planos de previdência e seguros, entre outros. A ideia é usar e abusar dos recursos gráficos, diagramação e telas capturadas diretamente dos sites destacados e propiciar ao leitor uma experiência única de interatividade.

Dotado de uma linguagem que foge ao jargão tradicional da área e usando exemplos lúdicos, este é um livro que ensina economia a partir de seus princípios mais básicos e que se volta a questões práticas e importantes do dia a dia. Para ensinar economia, os autores falam de coisas como o colapso da civilização que habitava a Ilha da Páscoa, a fabricação de vinho francês a partir do suco de laranja ou as casas com janelas cobertas por tijolos. Leia para se surpreender e entender a economia a sua volta como jamais pensou que o fizesse.

"Pagar caro", "vender a alma", "vender o corpo", "todo homem tem seu preço". Não faltam metáforas para definir a relação do homem com o dinheiro, mas poucos percebem que muitos dos preços que se paga parecem fazer pouco sentido. O Preço de Todas as Coisas começa com uma premissa simples: por trás de cada escolha, há um preço, quer estejamos decidindo ter um bebê, dirigir um carro ou comprar um livro.
O preço da vida humana, por exemplo, é calculado por governos de vários países para orientar políticas públicas. De acordo com um cálculo feito pelo Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima, a vida humana em um país rico vale dez vezes mais do que em um país pobre. O princípio do grátis não existe, você simplesmente não tem consciência de que está pagando.
"Se pensarmos em quanto vale a vida, pensaremos na nossa vida, ou na vida dos nossos filhos, e essas não têm preço. Daríamos tudo o que temos para salvar a vida de um filho, por exemplo. A questão é que as técnicas usadas para calcular o preço da vida levam a enormes disparidades e essas disparidades nos causam um conflito moral muito forte", observa Porter.
Para esclarecer essas questões, Eduardo Porter nos leva para uma aventura econômica global, traçando ligações inesperadas entre uma variada gama de disciplinas e culturas. O resultado é uma narrativa perspicaz sobre como o mundo realmente funciona.
A primeira grande onda de globalização econômica no século XIX com os progressos tecnológicos e a pandemia de obesidade com o fim da escassez de alimentos e o surgimento de calorias baratas e abundantes são algumas dinâmicas da história humana que podem ser explicadas por nossa relação com o preço.
A abordagem de Porter também tenta esclarecer, por exemplo, por que as sociedades poligâmicas colocam nas mulheres um valor muito mais alto do que as monogâmicas; ou por que algumas agências governamentais acreditam que um ano de vida de um cidadão idoso é quatro vezes mais valiosa do que a de uma pessoa mais jovem.
Com uma linguagem acessível, Eduardo Porter faz uma reflexão sensata sobre o valor que atribuímos às coisas e revela o que os preços estão realmente nos dizendo. Muitas vezes, observa o autor, não é racional a maneira como nos relacionamos com o preço das coisas. Por que pago X pela calça jeans de uma determinada marca se há dezenas de outras similares pela metade do preço? Não raro, acabo comprando a mais cara não necessariamente porque tenho certeza que ela é melhor ou mais bonita, mas porque o seu preço me leva a crer que é.
"Eis aqui o argumento central deste livro: toda escolha que fazemos é moldada pelos preços das opções que se apresentam diante de nós - o que calculamos como sendo seus custos relativos - pesadas em relação aos seus benefícios", resume Porter.

Como qualquer pai de primeira viagem, Joshua Gans sentiu um misto de alegria e ansiedade quando sua filha nasceu. Quem era aquela pessoinha toda enrolada em mantas e o que ela queria? Porém, ao contrário da maioria dos pais, Gans começou a aplicar as ferramentas do seu trabalho como economista à criação de seus filhos.
Ele viu a nova vida em seus braços como um grande problema de gerenciamento econômico e, se a economia o ajudava a pensar sobre a educação infantil, esta também esclarecia certos princípios econômicos. Parentonomics é o fruto divertido, esclarecedor e muitas vezes hilariante da sua "pesquisa de campo".

Este livro trata da relação entre Economia e Meio Ambiente numa perspectiva informada pela literatura internacional e pelos especialistas em cada assunto, mas com enfoque direcionado à realidade brasileira. O livro inclui capítulos com destaque na valoração e mecanismos de compensação pelos serviços da natureza (carbono, água e biodiversidade), a avaliação econômica de usos do solo na floresta amazônica e o potencial para energia de fontes renováveis, sobre o fundamento termodinâmico da economia ecológica e a criação e aplicação de indicadores de sustentabilidade. Foi elaborado um capítulo sobre o tema de comércio internacional e meio ambiente. Contém exercícios, guias de leitura adicional e um estilo orientado para o uso em cursos dedicados ao tema de Economia do Meio Ambiente no Brasil.

Sinopse:
O que vem depois da globalização? Como ter sucesso nessa nova era, como indivíduo, como empresa e como nação? Nesta obra, o estudioso japonês Kenichi Ohmae revela que depois de investir em países atraentes, como os asiáticos, o capital internacional começa a desembarcar em regiões específicas de grande potencial de desenvolvimento.

Sinopse:
Será que é possível se desenhar um sistema a prova de crises? Existem crises boas? Os modelos de risco estavam equivocados ou foram as premissas que se revelaram incorretas? A regulação foi inadequada ou o problema é que ela não foi devidamente aplicada? Que lições podemos extrair? O que deve ser feito agora?
Essas e outras questões são discutidas neste livro organizado por Márcio Garcia e Fabio Giambiagi. Nele estão reunidos textos escritos por um excepcional grupo de autores com experiências e formações diversas, que abordam desde as raízes (americanas) da crise à história e ao desenvolvimento atual de nosso próprio mercado. São reflexões profundas e interessantes, que iluminam importantes questões, tão atuais quanto eternas.

Autor: Adam Smith
Editora: Martins Fontes
Sinopse
O livro A Riqueza das Nações, editado pela primeira vez em Londres, 1776, é, indiscutivelmente, um clássico de relevante interesse histórico no pensamento econômico. Trata-se, na verdade, de uma obra considerada por especialistas como "uma das grandes construções intelectuais da história moderna". Idéias fundamentais, como a da divisão do trabalho ou a da organização natural da vida econômica, foram particularmente aprofundadas por Adam Smith, tornando-se, depois, tão correntes que dispensam já a referência ao nome desse economista e ao papel que ele teve na sua formação.

Autor: Francesco Morace
Editora: Estação das Letras
Sinopse
O consumidor é ator e autor de suas próprias escolhas de consumo!
A idéia central é que o consumidor de hoje é uma espécie de empresa criativa e cada vez mais o mercado deverá estar preparado para confrontar-se com ele. O Consumo Autoral é na realidade um neologismo e se propõe a falar do consumidor atual em duas dimensões: a de autor (tendo voz ativa nas suas escolhas de consumo) e a de ator (recusando a banalidade do consumo em favor de uma experiência ativa). "Este consumidor é a figura do futuro", afirma Francesco Morace. Ele não é apenas um consumidor passivo que se adequa às ofertas mas é um protagonista em termos criativos. Nesta perspectiva fica cada vez mais difícil distinguir entre aquilo que nós consumimos e aquilo que nós mesmos produzimos", diz. Nos dez capítulos que compõe o livro, são analisados dez grupos geracionais distintos que encarnam esta nova condição do consumidor. "Estes grupos geracionais são analisados através de seus valores, modo de pensar, comportamento e vida cotidiana", explica Francesco Morace, sociólogo, jornalista, escritor e presidente do Future Concept Lab. Na seqüência, há um parte dedicada a exemplos práticos de como estas gerações vivem seu próprio cotidiano partindo de duas áreas, que segundo pesquisas do FCL, serão importantes no futuro: o turismo e a domesticidade.

Autor: Marco Antonio Sandoval de Vasconcellos & Luiz Martins Lopes
Editora: Atlas
Sinopse
Apresenta os principais conceitos e modelos que fazem parte da moderna análise macroeconômica. Elaborado por uma equipe de professores da USP, o livro é composto de uma introdução (Teoria macroeconômica: evolução e situação atual) e quatro partes: Macroeconomia básica: agregados macroeconômicos; Macroeconomia básica: determinação da renda nacional; macroeconomia básica: escolha intertemporal e o crescimento econômico; Macroeconomia intermediária.
As Partes I, II e III são calcadas nos tópicos solicitados para o Exame de Ingresso nos cursos de mestrado e doutorado da Associação Nacional dos Centros de Pós-graduação em Economia (Anpec). Ao final de cada capítulo é apresentado um conjunto de exercícios resolvidos e propostos, em sua maioria retirados das provas de Macroeconomia do Exame da Anpec.
A Parte IV objetiva analisar alguns modelos que agregam recentes desenvolvidos da área de macroeconomia e que normalmente não estão presentes nos livros-textos para os cursos de graduação.

Este livro demonstra claramente que é possível e dá resultado investir no que chamamos de Relacionamento Bancário. E isso fica explícito quando os autores mostram a importância de a empresa fornecer informações precisas sobre o seu negócio e sua solidez como tomadora de crédito, transmitindo ao banco a segurança necessária de uma situação futura, já que as análises de empréstimos devem ocorrer para o real momento em que ele será pago. Por meio de 7 passos, você verá que a percepção de risco que os bancos têm da sua empresa será reduzida e que as linhas de créditos oferecidas poderão ser aumentadas e melhoradas, com pagamentos a juros bem mais baixos.

Joseph Stiglitz faz uma análise lúcida e contundente sobre a crise econômica que assolou os Estados Unidos em 2008 e ainda afeta a economia global.
A crise financeira que nos últimos anos se alastrou pelo mundo a partir de Wall Street, e cujos efeitos ainda se fazem sentir, pode ter surpreendido muitos analistas, mas não Joseph Stiglitz, que há tempos vinha alertando para os perigos que a liberdade irrestrita concedida aos grandes bancos e agentes financeiros trazia para a gestão da economia global.
As investigações que agora se fazem a respeito do comportamento dos banqueiros e financistas têm neste livro uma das principais fontes de denúncia e de documentação. Realmente, é difícil não se impressionar com o descontrole que caracterizava o ambiente financeiro de Wall Street e com a desfaçatez cada vez maior com que a busca do lucro imediato foi se transformando no critério único e absoluto da atividade financeira.
Crítico implacável do "fundamentalismo do mercado" que orientou o governo Bush, e da excessiva conciliação com os bancos que caracterizou o primeiro ano do governo Obama, Stiglitz não só analisa os erros cometidos como também prescreve medidas corretivas de grande abrangência e lucidez.

O livro traz uma análise do desenvolvimento econômico brasileiro do período colonial até 2008. O autor examina o desempenho em termos de economia exportadora desde os primórdios até o impacto da inflação, analisa o governo Fernando Henrique Cardoso, trata de questões contemporâneas, o processo de privatização e os vários planos econômicos. Com análises documentadas em mais de 130 tabelas traz ainda informações quantitativas e institucionais, com ênfaze nos últimos quarenta anos do desenvolvimento econômico brasileiro.
O livro traz uma análise do desenvolvimento econômico brasileiro do período colonial até 2008. O autor examina o desempenho em termos de economia exportadora desde os primórdios até o impacto da inflação, analisa o governo Fernando Henrique Cardoso, trata de questões contemporâneas, o processo de privatização e os vários planos econômicos. Com análises documentadas em mais de 130 tabelas traz ainda informações quantitativas e institucionais, com ênfaze nos últimos quarenta anos do desenvolvimento econômico brasileiro.

Este livro ensina: como se tornar um negociante calmo, tranqüilo e controlado, como usar o computador para achar bons negócios, como desenvolver um sistema de comércio poderoso e como encontrar negócios promissores. Alexander Elder mostra como disciplinar sua mente, apresenta os métodos para negociar com o mercado e como gerenciar suas finanças para que o negociante mantenha-se firme no mercado.

O livro Wikinomics - Como a interação global está mudando tudo, de Don Tapscott e Anthony D. Williams (diretores da empresa de consultoria e inovação New Paradigm, no Canadá), mostra, com uma abordagem simples e atraente, que a humanidade está entrando num segundo estágio da Revolução da Informação, que vai mudar para sempre o conceito de uma economia - e até mesmo de uma sociedade - hierarquizada e há séculos montada sobre estruturas de poder. Estas começam a decair por causa das velocidades cada vez maiores de conexão da internet, que dão mais poder às pessoas comuns e lhes permitem interferir nos processos de produção de conhecimento e no próprio consumo.

Seja na administração de um governo, empresa, ou família o orçamento é fundamental para o controle dos recursos disponíveis. Esta obra, do professor e consultor Luis Carlos Ewald, focada no Orçamento doméstico, revela tudo que sabe sobre Economia Doméstica. Segundo ele, "É da administração das contas da família mês a mês que trata este livro. É necessário saber onde é mais importante gastar o dinheiro. Daí a necessidade de um orçamento, fundamental na administração da escassez de recursos, tanto para um governo, uma empresa ou uma família". O livro é fundamental para as famílias atualmente

A inflação talvez seja o fenômeno econômico que mais tenha chamado a atenção dos economistas e mais tenha afetado a vida do ser humano nos últimos quatro séculos. No entanto, ainda não se encontrou um receituário para combatê-la e, até, evitá-la. Isso significa dizer que para a inflação não existe nem medicina preventiva e nem medicina curativa? Ou a pergunta será - conhecemos, de fato, o mal chamado inflação? Neste livro, o autor procura responder a essa questão do modo mais didático possível, a fim de facilitar o entendimento, pelo leitor, dos mecanismos alimentadores do processo inflacionário, das inter-relações entre as variáveis econômicas, das medidas que as autoridades monetárias podem adotar no combate à inflação e, sobretudo, para analisar e compreender o processo inflacionário brasileiro.

Em um mundo cada vez mais virtual, as habilidades associadas ao relacionamento humano estão se perdendo - juntamente com a aptidão para liderar. Contudo, nunca essas habilidades foram tão valorizadas ou procuradas. Precisamos de novos líderes, um novo tipo de líder - alguém que inspire e motive os outros e que, ao mesmo tempo, preserve e respeite princípios de liderança atemporais como flexibilidade, adaptabilidade, confiabilidade e divisão de poder. Com Liderança o leitor identificará seus pontos fortes e aprenderá estratégias.

Assuntos espinhosos da economia transformados em papos que conciliam leveza e profundidade. Este é o grande diferencial do livro, que reproduz os diálogos do programa CBN Brasil, uma parceria de sucesso entre a rádio CBN e o jornal Valor Econômico.
Como contabilizar gastos e orçamento? Dicas sobre o mercado de investimentos. Finanças comportamentais. Poupança e aposentadoria. Sai o economês árido e entram experiências do dia-a-dia analisadas pelos jornalistas especializados em assuntos econômicos Mara Luquet e Carlos Alberto Sardenberg. Uma obra que exercita o cérebro e faz bem ao bolso.

Alan Greenspan: A Era da Turbulência é a análise incomparável de Alan Greenspan sobre a natureza desse novo mundo, sob as lentes de sua experiência de trabalho na sala de comando da economia global, durante mais tempo e com maior eficácia do que qualquer outro ser humano ainda vivo. Ele começa sua narrativa naquela semana de 11 de setembro, mas, em seguida, retrocede à própria infância e segue a trajetória de uma vida notável, percorrendo, inclusive, os mais de dezoito anos de seu mandato como chairman do Federal Reserve Board, de 1987 a 2006, um período de transformações radicais.
Ele conta a sua vida, primeiro com o objetivo de simplesmente narrar a extraordinária quantidade de eventos históricos de que participou e para os quais contribuiu. Mas seu outro objetivo é conduzir os leitores ao longo da mesma curva de aprendizado que percorreu, para que eles desenvolvam suas próprias percepções da visão desse observador privilegiado a respeito da dinâmica subjacente que impulsiona os acontecimentos mundiais. Na segunda metade do livro, depois de trazer-nos ao presente e de nos municiar com as ferramentas conceituais para acompanhá-lo rumo ao futuro, Greenspan embarca em formidável perscrutação dos horizontes da economia global. Analisa os princípios universais do crescimento econômico, prospecta fatos específicos no subsolo de cada uma das grandes economias e regiões do mundo e explica para onde nos conduzem as linhas de tendência da globalização daqui em diante. Resumo da sabedoria e dos insights de uma vida notável, sob a forma de manifestação elegante de uma visão de mundo coerente, Alan Greenspan: A Era da Turbulência se destacará como parte do legado pessoal e intelectual de Alan Greenspan.

Em uma narrativa que se assemelha a um romance, o autor argumenta que a concepção do risco constitui uma das idéias centrais que distinguem os tempos modernos do passado mais remoto.
Desafio aos Deuses, ralata a notável aventura intelectual que libertou a humanidade dos oráculos e adivinhos, mediante as ferramentas poderosas da administração do risco disponíveis nos dias de hoje. Bernstein propõe que o risco não precisa ser tão temido hoje: administrá-lo tornou-se sinônimo de desafio e oportunidade.
E esclarece os conceitos de probabilidade, amostragem, regressão à média, teoria dos jogos e tomada de decisões racional versus irracional.
As seções finais do livro levantam questões importantes sobre o papel do computador, a relação entre fatos e crenças subjetivas, o impacto da teoria do caos, o papel dos mercados derivativos em franco desenvolvimento e a total predominância dos números.

Os juros fazem parte da vida de todos - aparecem tanto nas discussões sobre o crescimento econômico da nação como em aspectos miúdos do dia-a-dia. O princípio econômico é simples: o devedor antecipa um benefício para desfrute imediato e se compromete a pagar por isso mais tarde, e quem empresta cede algo de que dispõe agora e espera receber um montante superior no final da transação. Em O valor do amanhã, Eduardo Giannetti defende que este aspecto dos juros é apenas parte de um fenômeno natural maior, tão comum quanto a força da gravidade e a fotossíntese.
A questão dos juros \\\\\\\"não se restringe ao mundo das finanças, [mas atinge] as mais diversas e surpreendentes esferas da vida prática, social e espiritual, a começar pelo processo de envelhecimento a que nossos corpos estão inescapavelmente sujeitos\\\\\\\", diz Giannetti. Desde o momento em que aprendeu a planejar sua vida, o homem antecipa e projeta seus desígnios usando esta prática. Mesmo antes disso, a noção de juros já \\\\\\\"está inscrita no metabolismo dos seres vivos e permeia boa parte do seu repertório comportamental\\\\\\\". A prática de dieta, a dedicação aos estudos e os exercícios físicos para melhorar a saúde são situações da vida prática nas quais se manifesta a realidade dos juros.
É desta maneira original que Giannetti analisa o tema. Ao extrapolar os limites financeiros do fenômeno, o autor mostra que questões concretas - como a alta taxa de juros no Brasil - têm raízes comportamentais e institucionais ligadas à formação de nossa sociedade. O autor ainda discute os problemas éticos da prática de juros extremamente elevados. Apesar de não se propor a \\\\\\\"oferecer receitas ou saídas\\\\\\\", o trabalho de Giannetti \\\\\\\"reflete as experiências, preocupações e esperanças de um cidadão brasileiro enfronhado nas realidades e aspirações do seu país\\\\\\\".

EDITORA: JOSE OLYMPIO
Este livro procura expor o melhor aproveitamento econômico de projetos como - pré-sal, Copa do Mundo e Olimpíadas no Brasil. A primeira parte do livro examina essas novas oportunidades; a segunda expõe as vantagens e desvantagens para grandes e pequenas empresas; a terceira endossa a ideia dessas oportunidades serem símbolo da modernidade.

EDITORA: ATICA
Criar um banco para emprestar dinheiro aos pobres. Foi colocando esta idéia em prática que Muhammad Yunus fundou o Banco Grameen, em Bangladesh, destinado a oferecer um amplo serviço de microcrédito para a população carente do seu país. O sucesso foi tão grande que logo se expandiu para o mundo inteiro, mostrando-se não só uma operação viável do ponto de vista financeiro como um forte aliado no combate à pobreza. Este livro conta a história desse sonho levado à prática, expondo às claras as idéias de Yunus. Longe da frieza burocrática dos financistas, seu ponto de vista valoriza o ser humano e mostra-se atento à vida e aos hábitos das pessoas, na ânsia sincera por emancipá-las.

Neste livro, o autor expõe as razões de a confiança ter se tornado a competência-chave da liderança na nova economia global. O livro informa eloqüentemente aos leitores como eles podem incutir confiança duradoura nos relacionamentos pessoais e profissionais e, assim, obterem sucesso sem precedentes e prosperidade sustentável em toda dimensão da vida.
A obra ensina ainda aos líderes de negócios, governo e educação como podem conquistar rapidamente e permanentemente a confiança de seus clientes, colegas de trabalho, sócios e eleitores. Covey demonstra convincentemente que a confiança é um acelerador mensurável da performance e que, quando a confiança cresce, a agilidade organizacional também aumenta enquanto os custos decrescem, produzindo aquilo que ele chama de "o dividendo da confiança.

Gustavo H. B. Franco - Cartas a um jovem economista é um livro voltado não só para jovens que querem aprender com as experiências de um economista de sucesso a se tornarem profissionais de renome, como também para os que já são profissionais e desejam conhecer a trajetória de um colega de profissão que possui bem-sucedido na carreira. Em Cartas a um jovem economista, Gustavo Franco, além de narrar sua trajetória pessoal e profissional, ensina pequenos truques e dá dicas práticas que certamente serão de grande valia para iniciantes e já iniciados na área.

Hoje em dia, o Brasil é um dos países que nós mais subestimamos. À China e à Índia costumamos atribuir papéis de destaque na revolução global da Economia. Mas ao Brasil reservamos no máximo o título de melhor ator coadjuvante. É um grande erro, pois a oitava economia do mundo emergiu fortalecida da crise econômica recente e está em vias de se tornar uma potência mundial. Alexander Busch, jornalista alemão sediado no Brasil há quase duas décadas, faz neste livro um relato fascinante do cenário e das perspectivas econômicas e políticas do Brasil. Com base em argumentos perspicazes e extraídos do seu dia a dia como jornalista, ele mostra os grandes trunfos que nosso país tem nas mãos e pode usar agora para "decolar" rumo à condição de potência econômica mundial.

"A crise econômica atual marca o fim de uma era e o início de uma nova. É a quinta maior crise em duzentos anos. Todas elas ocorreram durante a transição de uma era para a seguinte. O ideograma chinês para crise consiste de duas palavras: "perigo" e "oportunidade". Os anos 1930 podem ter sido uma época de uma profunda crise econômica e de desemprego em massa, porém, foi naquela época em que os Kennedys fizeram sua fortuna, art deco surgiu e o rádio, o carro e o telefone sofreram tanta demanda que grandes indústrias emergiram a partir das cinzas da crise. Durante a grande turbulência econômica dos anos 1980, o computador pessoal, o telefone móvel (celular) e a Internet nasceram e se transformaram nas principais novas indústrias. Agora, finalmente, podemos dizer adeus ao século XX e transitar em uma economia pós-materialista, com a sua combinação de novos pilares econômicos e inteligência artificial - a assim chamada "nuvem". Assim, esse período de transição oferece tremendas oportunidades!

Com uma linguagem atual, o livro aborda as principais ideias de Adam Smith adaptadas aos dias de hoje, das finanças, dos negócios e da economia. Além disso, traz exemplos por uma perspectiva econômica e social, com base em reflexões sobre a ética nos negócios.

As sucessivas edições deste livro iluminador não constituem apenas um êxito editorial. Tal fato é, antes de tudo, a confirmação plena de sua importância para a vida cultural do país. Leo Huberman escreveu um livro magistral, cujo objetivo é explicar a História pelo estudo da teoria econômica e, ao mesmo tempo, explicar a Economia através do estudo da História. Huberman enlaça estas duas áreas do conhecimento humano, conseguindo tornar mais inteligível a aventura do Homem sobre a terra e patente o seu poder de transformar a vida. Essa é a grande lição que permeia o livro, uma obra que, abordando temas profundamente tão complexos, consegue manter um alto nível de transparência , de limpidez e clareza. Esta é a sua dimensão didática: ensina sem parecer estar ensinando. Não enfada: encanta. Não complica os temas: ilumina-os.

'Crédito - Análise e Avaliação do Risco', foi desenvolvido com dois enfoques - os modelos de análise de crédito, no âmbito das pessoas físicas e jurídicas; e particularmente o risco de crédito. Assim, o livro é dividido em duas partes. Na primeira delas, apresenta-se uma introdução ao conceito de crédito e as principais etapas do processo de concessão de crédito, as políticas de crédito das Instituições Financeiras e os principais parâmetros de avaliação por elas utilizadas; os modelos de análise qualitativa e quantitativa do crédito para pessoas físicas, pequenas, médias e grandes empresas. A segunda parte do livro - que enfoca o Risco na operação de Crédito - trata dos modelos de quantificação do risco e sua aplicação na análise de crédito, da classificação do risco de crédito e da importância do controle feito pelas Agências de Rating.

Resultado de anos de pesquisa e estudos, este livro revela como grandes corporações falham e quais são os estágios desse declínio. A obra traz também elementos importantes para reflexão: o declínio pode ser percebido e evitado com antecedência? Até onde pode falhar uma companhia antes que o caminho se torne inevitável? As empresas podem reverter esse trajeto? Ao confrontar essas e muitas outras perguntas, entre elas: o que aconteceu na empresa para o declínio se tornar visível, e o que a empresa fez quando começou a cair e o que podemos aprender ao estudar o contraste entre o sucesso e o fracasso, Collins esboça um panorama pouco comum para o seu trabalho, a partir do qual analisa o fracasso de grandes empresas, e não o sucesso. A principal conclusão de Collins é que não importa o quão bem-sucedida uma empresa é, ela sempre pode cair e, em alguns casos, desaparecer por completo. A boa notícia da é que mesmo empresas em estágio avançado de decadência podem se recuperar.

"O Empreendedor-minuto mostra que, embora seja muito mais fácil obter sucesso na teoria do que na prática, concentrar-se em alguns princípios essenciais aumentará consideravelmente sua probabilidade de ser bem-sucedido - e ainda o ajudará a se divertir durante o processo." - MICHAEL GERBER, autor de Empreender: Fazendo a Diferença e O Mito do Empreendedor Revisitado.
Assim como O Gerente-minuto se tornou uma referência ao ensinar uma nova geração de executivos a melhorar o desempenho de suas equipes, O Empreendedor-minuto tem tudo para se transformar num clássico do empreendedorismo.
Escrito por Ken Blanchard, co-autor de O Gerente-minuto, e Don Hutson, requisitado palestrante na área de vendas e treinamento, o livro conta a história do jovem Jud McCarley, que enfrenta inúmeros desafios para realizar o sonho de abrir seu próprio negócio, fazer com que ele cresça e - o mais difícil - continue dando lucros.
Ao longo de sua trajetória, Jud trava contato com as idéias de grandes empreendedores e pensadores da administração, entre eles Peter Drucker, Jan Carlzon e Michael Gerber, e toma nota das lições que considera mais valiosas - aquelas que aprendemos em menos de um minuto, mas que servem para a vida toda.
É esse extraordinário poder de síntese que transforma O Empreendedor-minuto num grande livro, que se lê com facilidade e prazer enquanto se descobrem os princípios fundamentais para que uma empresa seja saudável, lucrativa e admirada por todos. Dirigida àqueles que desejam crescer profissionalmente ou se tornar donos do próprio negócio, esta inspiradora história ensina a escolher seus mentores com sabedoria, cuidar bem da sua equipe, administrar suas finanças com cautela, encontrar novas fontes de faturamento e criar um serviço lendário.

O poder é um jogo. É preciso saber jogá-lo para conquistar o que se deseja na política, nos negócios, na vida pessoal e até na corte amorosa. "As 48 Leis do Poder" mostra como agem os mestres nesta arte que envolve inteligência, perspicácia, planejamento e, principalmente, dissimulação, seja no Japão feudal ou na corte de Luís XVI, na renascença italiana ou na Chicago dos tempos da Máfia. As Leis incluem, entre outras, a capacidade de esperar o momento certo para atacar, criar uma aura de mistério para confundir os inimigos, saber conquistar corações e mentes das pessoas e encobrir todos os atos em cortinas de fumaça. Reis, políticos, generais, diplomatas e religiosos - assim como cortesãs, bandidos e charlatões - servem de base para as 48 Leis que regem o poder e a influência sobre outras pessoas.
EDITORA: Rocco

"O Homem Mais Rico da Babilônia" é um clássico sobre como acumular riqueza e solucionar problemas financeiros. Baseado nos segredos de sucesso dos antigos babilônicos - os habitantes da cidade mais rica e próspera de seu tempo - , o autor indica soluções sábias e muito atuais de como podemos evitar a falta de dinheiro, entre elas: evitar o desperdício quando se está em uma época de opulência, buscar conhecimento e informação em vez de apenas dinheiro, assegurar uma renda para o futuro, manter a pontualidade para saldar dívidas e, sobretudo, cultivar suas próprias aptidões, tornando- se mais habilidoso e respeitando a si próprio.
EDITORA: Ediouro

O velho ditado "tempo é dinheiro" já não é mais o mesmo.
Em tempos de globalização e crise, pessoas com dinheiro não conseguem desfrutar do que ganham devido à falta de tempo; e outras, com tempo de sobra, não têm um centavo no bolso.
Certamente, são riquezas distintas que, juntas, conferem um novo significado à palavra prosperidade. Ter mais tempo e mais dinheiro é, hoje, a preocupação número um de qualquer pessoa. E, ao contrário do que se pensa, tempo e dinheiro não estão em falta no mercado.
Essa é a opinião da dupla Christian Barbosa - o maior especialista em administração de tempo do país - e Gustavo Cerbasi - o maior especialista em construção de riqueza do Brasil. No melhor estilo "leve dois e pague um", você vai aprender a gastar seu tempo e seu dinheiro de forma equilibrada, para, ao final, contabilizar mais momentos de realização e felicidade. Isso é o que realmente está faltando.
"No livro Mais Tempo, Mais Dinheiro, gratamente considerados os mais respeitados especialistas do Brasil em gestão tempo e dinheiro, respectivamente, unimo-nos para compartilhar com nossos leitores uma filosofia, testada com vários clientes e em nossas próprias vidas, que implica simplesmente ter mais."
Gustavo Cerbasi e Christian Barbosa "Gustavo Cerbasi e Christian Barbosa são dois dos maiores especialistas do Brasil em finanças pessoais e gestão do tempo." - Você S/A
EDITORA: Thomas Nelson Brasil

Mostra como transformar o bom em ótimo e fala de como transformar uma boa organização numa organização que gera excelentes resultados sustentáveis. Trata, essencialmente, dos os princípios atemporais do processo de transição de boa empresa para grande empresa. A obra, baseada em uma pesquisa com empresas norte-americananas, procura mostrar quais são os fatores que criam as grandes organizações duradouras de qualquer tipo.

Se as suas finanças andam na corda bamba, talvez esteja na hora de você refletir sobre o que T. Harv Eker chama de "o seu modelo de dinheiro" - um conjunto de crenças que cada um de nós alimenta desde a infância e que molda o nosso destino financeiro, quase sempre nos levando para uma situação difícil.
Neste livro, Eker mostra como substituir uma mentalidade destrutiva - que você talvez nem perceba que tem - pelos "arquivos de riqueza", 17 modos de pensar e agir que distinguem os ricos das demais pessoas. Alguns desses princípios fundamentais são:
Ou você controla o seu dinheiro ou ele controlará você.
O hábito de administrar as finanças é mais importante do que a quantidade de dinheiro que você tem.
A sua motivação para enriquecer é crucial: se ela possui uma raiz negativa, como o medo, a raiva ou a necessidade de provar algo a si mesmo, o dinheiro nunca lhe trará felicidade.
O segredo do sucesso não é tentar evitar os problemas nem se livrar deles, mas crescer pessoalmente para se tornar maior do que qualquer adversidade.
Os gastos excessivos têm pouco a ver com o que você está comprando e tudo a ver com a falta de satisfação na sua vida.
O autor também ensina um método eficiente de administrar o dinheiro. Você aprenderá a estabelecer sua remuneração pelos resultados que apresenta e não pelas horas que trabalha. Além disso, saberá como aumentar o seu patrimônio líquido - a verdadeira medida da riqueza.
A idéia é fazer o seu dinheiro trabalhar para você tanto quanto você trabalha para ele. Para isso, é necessário poupar e investir em vez de gastar. "Enriquecer não diz respeito somente a ficar rico em termos financeiros", diz Eker. "É mais do que isso: trata-se da pessoa que você se torna para alcançar esse objetivo."

Com mais de 150 mil exemplares vendidos, o livro Mercado Financeiro - Produtos e Serviços chega a sua 17ª edição consagrado como a bíblia dos profissionais da área financeira e cada vez mais adotado nos cursos de graduação e pós-graduação de Administração, Economia, Direito e Finanças de todo país. Esta obra é um verdadeiro manual, que vai ajudar o leitor a conhecer os diversos tipos de produtos e serviços oferecidos nos mercados financeiros, de capitais e de derivativos, além de prepará-lo para entender as melhores opções de investimento. O livro é hoje uma referência para quem deseja investir, atuar direta ou indiretamente na área financeira e para os que querem aprofundar seus conhecimentos neste campo.
O texto foi atualizado de acordo com as últimas normas legais e incluiu todas as novidades relacionadas ao mercado. Esta nova edição foi inteiramente revista e ampliada para continuar sendo a fonte confiável de consulta que determinou seu sucesso. A obra informa e soluciona as dúvidas do dia-a-dia, além explicar todo o funcionamento do mercado financeiro brasileiro de forma simples e didática. Este grande êxito é resultado do esforço do autor para acompanhar e registrar todas as modificações deste mercado, mantendo a obra completa há mais de 15 anos.
Com mais de 150 mil exemplares vendidos, o livro Mercado Financeiro - Produtos e Serviços chega a sua 17ª edição consagrado como a bíblia dos profissionais da área financeira e cada vez mais adotado nos cursos de graduação e pós-graduação de Administração, Economia, Direito e Finanças de todo país. Esta obra é um verdadeiro manual, que vai ajudar o leitor a conhecer os diversos tipos de produtos e serviços oferecidos nos mercados financeiros, de capitais e de derivativos, além de prepará-lo para entender as melhores opções de investimento. O livro é hoje uma referência para quem deseja investir, atuar direta ou indiretamente na área financeira e para os que querem aprofundar seus conhecimentos neste campo.
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O texto foi atualizado de acordo com as últimas normas legais e incluiu todas as novidades relacionadas ao mercado. Esta nova edição foi inteiramente revista e ampliada para continuar sendo a fonte confiável de consulta que determinou seu sucesso. A obra informa e soluciona as dúvidas do dia-a-dia, além explicar todo o funcionamento do mercado financeiro brasileiro de forma simples e didática. Este grande êxito é resultado do esforço do autor para acompanhar e registrar todas as modificações deste mercado, mantendo a obra completa há mais de 15 anos.

O autor neste livro quebra a cronologia linear da historiografia oficial para desnudar o saque ao continente que persiste desde o descobrimento. Analisando os mecanismos de poder, os modos de produção e os sistemas de expropriação, Eduardo Galeano reescreve a história da América Latina e expõe os quinhentos anos de exploração econômica e miséria social."

Resultado de anos de pesquisa e estudos, este livro revela como grandes corporações falham e quais são os estágios desse declínio. A obra traz também elementos importantes para reflexão: o declínio pode ser percebido e evitado com antecedência? Até onde pode falhar uma companhia antes que o caminho se torne inevitável? As empresas podem reverter esse trajeto? Ao confrontar essas e muitas outras perguntas, entre elas: o que aconteceu na empresa para o declínio se tornar visível, e o que a empresa fez quando começou a cair e o que podemos aprender ao estudar o contraste entre o sucesso e o fracasso, Collins esboça um panorama pouco comum para o seu trabalho, a partir do qual analisa o fracasso de grandes empresas, e não o sucesso. A principal conclusão de Collins é que não importa o quão bem-sucedida uma empresa é, ela sempre pode cair e, em alguns casos, desaparecer por completo. A boa notícia da é que mesmo empresas em estágio avançado de decadência podem se recuperar.

Por que os ovos vermelhos são mais caros que os brancos, embora tenham o mesmo sabor e valor nutricional? Por que as pessoas insistem em dividir a conta em um restaurante quando essa prática faz com que todos gastem mais do que consumiram? Embora muitos considerem a Economia algo incompreensível, seus princípios básicos são facilmente encontrados em exemplos concretos no cotidiano. O naturalista da economia é uma coletânea de situações inusitadas do dia a dia, analisadas sob o ponto de vista econômico. Com bom humor, Frank esclarece questões curiosas sobre o comportamento humano utilizando conceitos como a relação custo-benefício, o custo de oportunidade e a lei do preço único. Ao tornar esses fundamentos acessíveis a todos, este livro convida o leitor a descobrir uma face surpreendente da Economia que vai muito além de cálculos e jargões.

Shakespeare, um empresário milionário do ramo do entretenimento de massa? Gustavo Franco e Henry Farnam abordam aqui o tema de diferentes formas. Visões complementares que revelam uma nova e interessante faceta da vida e obra do bardo.
A economia de Shakespeare
Franco, num ensaio atual, fala da economia do teatro, da linguagem e das companhias teatrais, sua organização e seus resultados financeiros, além de surpreender o leitor com cálculos que mostram como Shakespeare era dono de uma fortuna considerável.
A economia em Shakespeare
Farnam, em texto de 1931,discorre sobre a economia no interior das peças, numa mescla de situações que compõem um interessante painel sobre o surgimento do capitalismo.

Criar um banco para emprestar dinheiro aos pobres. Foi colocando essa idéia em prática que Muhammad Yumus fundou o Banco Grameen, em Bangladesh, destinado a oferecer um amplo serviço de microcrédito para a população carente de seu país. O sucesso foi tão grande que logo se expandiu para o mundo inteiro, mostrando-se não só uma operação viável do ponto de vista financeiro como um forte aliado no combate à pobreza.
Este livro conta a história desse sonho levado à prática, expondo às claras as idéias de Yumus, que em muitos aspectos vai contra os princípios tradicionais dos economistas. Longe da frieza burocrática dos financistas, seu ponto de vista valoriza o ser humano e mostra-se atento à vida e aos hábitos das pessoas, na ânsia sincera por emancipá-las.

Este livro colabora com o professor na tarefa de apresentar ao aluno a forma de raciocinar própria da Economia ao oferecer uma introdução clara e rigorosa dos princípios da Economia moderna. Destacam-se as seguintes características- inserções e novos apêndices adaptados com situações adaptadas à realidade brasileira - texto agradável, de fácil leitura e compreensão, faz uma abordagem de todos os conceitos que um estudante de Economia deve conhecer, mas de uma forma relativamente concisa- apresenta problemas de caráter econômico tanto no nível do Estado, como no das atividades profissionais e empresariais, e até mesmo na vida cotidiana - gráficos, quadros, figuras e notas complementares ilustram e enriquecem o conteúdo estudado.

Nova edição do sucesso do prof. Pankaj Ghemawat, o mais jovem professor a atuar na Harvard Business School. O texto mantém sua clareza e rigor e traz dois novos capítulos, um sobre dinâmicas competitivas e outro sobre estratégias corporativas. Não contém Estudos de Caso.

O crescimento da classe média nos países emergentes é talvez o fenômeno social e econômico mais importante desde as últimas décadas do século 20. O Brasil tem parte expressiva nessas tendências. Impulsionados pelo aumento do emprego e da renda, em condições de inflação baixa e crédito farto, milhões de brasileiros puderam aumentar o seu poder de compra e adquirir os símbolos mais vistosos de ingresso na classe média, como casa própria e automóvel, além de uma vasta gama de bens de consumo. Estas constatações suscitam algumas interrogações. Que devemos entender por classe média? No Brasil, especificamente, serão sustentáveis os índices de expansão do que se tem denominado a 'nova classe média' ou muitos dos que acabaram de ascender socialmente estão ameaçados de voltar para a pobreza? A classe média poderá ser um agente fundamental na desejada revisão de valores sociais e fonte de apoio para a democracia e uma economia competitiva? Baseado em análises históricas e pesquisas de opinião, este estudo tenta dar respostas às questões acima sob os ângulos do consumo, empreendedorismo, educação, política e valores.

Este livro é dirigido a profissionais iniciantes na área financeira e profissionais em geral que necessitam de conceitos financeiros básicos. Foi escrito em uma linguagem de fácil assimilação, utilizando os exemplos práticos do cotidiano de empresas e famílias brasileiras, que podem ser aplicados em programa de educação financeira corporativa, para "educar financeiramente" os profissionais de todas as áreas e todos os níveis hierárquicos, bem como os proprietários de pequenos negócios. A analogia das transações financeiras empresariais com as transações financeiras pessoais facilitará a compreensão de sua mecânica.
No mundo dos negócios, as empresas estão sempre em busca de lucro, mas na maioria das empresas, o resultado de caixa é mais importante do que o lucro, pois para obtê-lo, há necessidade de "fôlego financeiro", que somente empresas capitalizadas possuem. Um funcionário que administra sua vida financeira adequadamente aumenta naturalmente a produtividade na empresa.

Resenha: O livro traz dicas de como administrar bem o seu dinheiro e fazer com que ele renda mais. Entre outros temas, mostra como gerir seu orçamento pessoal, como comprar um imóvel, além de apresentar uma análise sobre os mercados financeiros.

O primeiro contato das pessoas com o universo dos investimentos costuma ser com a poupança. Uma minoria dos investidores em poupança migra parte seus recursos para renda fixa e posteriormente para investimentos em renda variável. Devido aos anos de convivência com a inflação, não se desenvolveu no Brasil uma cultura de investimentos em longo prazo, necessária para que o mercado acionário evolua. Somente após a estabilização da moeda, após o Plano Real, criaram-se as condições necessárias para investimentos de longo prazo. A BM&FBOVESPA, através de seus programas de popularização de mercado, foi um importante propulsor do interesse e do número de investidores em renda variável no Brasil. A recente queda de juros em patamares abaixo de 10% ao ano propiciou um novo impulso em pessoas interessadas a aprender como investir na bolsa. Este livro foi escrito com o intuito de ajudar estes novos interessados e de fornecer um amplo panorama do que é o mercado financeiro e de como uma pessoa pode se tornar um investidor de sucesso e se beneficiar deste mercado para aumentar sua renda.
Chegou o novo Freakonomics! Essa nova edição revista, atualizada e ampliada do bestseller internacional traz as seguintes novidades, além do texto totalmente revisado:
O artigo original de autoria de Stephen Dubner sobre Steven Levitt, que gerou a idéia deste livro, publicado na revista do The New York Times. Sete colunas "Freakonomics" escritas para a revista do The New York Times e publicadas entre agosto de 2005 e abril de 2006.
Mensagens selecionadas no blog Freakonomics, enviadas entre abril de 2005 e maio de 2006 para o endereço http://www.freakonomics.com/blog/.
O livro-destaque do ano, segundo o New York Times.
Considerado o melhor livro do ano pelo The Economist, pela New York Magazine, pela Amazon.com e pela Barnesandnoble.com
Vencedor - Prêmio Quill 2005 para o melhor livro do ano sobre negócios
Finalista ? Prêmio Financial Times/Goldman Sachs para o melhor livro do ano sobre negócios
"Se fosse economista, Indiana Jones seria Steven Levitt... Um caçador de tesouros ímpar, cujo sucesso se deve à sua verve, coragem e ao seu menosprezo pela sabedoria convencional... Freakonomics se parece com uma história de detetive... Fiz força para descobrir nele algo do que reclamar, mas desisti. Criticar Freakonomics seria como falar mal de um sundae de chocolate. A cereja do arremate, Stephen Dubner... nos faz rir num momento e levar um susto em seguida. O senhor Dubner é uma pérola das mais raras".
Wall Street Journal

A ascensão do dinheiro é o mais recente livro de Niall Ferguson, professor de Harvard e principal referência em história econômica dos dias de hoje. Neste ensaio, o autor examina a história financeira do mundo e defende o desenvolvimento da moeda e do sistema bancário como sintoma do processo civilizatório. Com uma narrativa clara, abrangente e enriquecida por exemplos corriqueiros, Ferguson aponta uma transformação econômica pautada no rápido crescimento de países como China e Índia. Adequado tanto para leigos quanto para especialistas, o livro mostra como a crise atual se encaixa no cenário histórico e lamenta o fato de a humanidade não ter aprendido com erros do passado.
Best-seller nos EUA a na Inglaterra, A ascensão do dinheiro foi adaptado para documentário televisivo pela rede BBC.

Quando, daqui a vinte anos, os historiadores se debruçarem sobre a história do mundo e chegarem ao capítulo "ano 2000 a março de 2004", que fatos destacarão como os mais importantes? Os ataques ao World Trade Center e ao Pentágono em 11 de setembro de 2001 e a Guerra do Iraque? Ou a convergência de tecnologia e determinados acontecimentos que permitiu à Índia, China e tantos outros países ingressarem na cadeia global de fornecimento de serviços e produtos, deflagrando uma explosão de riqueza nas classes médias dos dois maiores países do mundo - e convertendo-os, assim, em grandes interessados no sucesso da globalização? O novo livro do premiado jornalista Thomas L. Friedman desmistifica esse admirável novo mundo para os leitores, permitindo-nos compreender o muitas vezes desnorteante cenário global que se descortina diante dos nossos olhos. Com sua inigualável habilidade para traduzir complexos problemas econômicos e de política externa, Friedman explica como se deu o achatamento do mundo na aurora do século XXI; seu significado para países, empresas, comunidades e indivíduos; e como governos e sociedades podem e devem se adaptar. "O Mundo é Plano" é uma análise oportuna e imprescindível da globalização, seus êxitos e opositores, realizada com rigor e clareza por um dos mais respeitados jornalistas norte-americanos.

"Neste livro, um best-seller com mais de um milhão de cópias vendidas, o autor Benjamin Graham mostra que todo investidor inteligente deve combinar educação financeira, pleno conhecimento do mercado e, acima de tudo, uma visão de longo prazo. Essas são ferramentas fundamentais e de grande valia para quem deseja ter sucesso no mercado de ações." - Raymundo Magliano Filho, presidente da Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA).

"Click", do norte americano Bill Tancer, é um convite para aproveitar a massa de informações gerada pelas preferências de milhões de usuários da rede mundial.
O comportamento social é um emaranhado de complexidades ? desejos, medos, frustrações, ambições... Para tentar compreender alguns desses fenômenos, muitas teorias foram criadas. São técnicas que vão da psicanálise à sociologia, da antropologia à pesquisa social empírica, passando por todas as formas estatísticas que a imaginação humana já criou.
O livro parte do pressuposto que falar não é o mesmo que agir. Se num universo de pesquisas que leva em conta a opinião expressa dos usuários (aquelas em que um entrevistador faz perguntas de um questionário), a verdade pode ficar disfarçada, é no grande volume de pesquisas em ferramentas de busca que estão inscritas as grandes tendências. Em linguagem acessível e com bom humor, o livro é dividido em duas partes em que o leitor pode acompanhar o desenvolvimento do método de obter informações dos públicos de interesse e o modo como essas são interpretadas.
Sim, afinal de contas, a facilidade da obtenção de informações não elimina a necessidade de uma interpretação. E é nessa fase que toda a inteligência e experiência de Tancer contribui para que se possa compreender os fenômenos que interessam aos usuários. Executivo da Hitwise, instituto de pesquisas a partir de bases de dados virtuais, Tancer analisa informações que apontam para o rompimento de estereótipos sobre os padrões de consumo e de características atribuídas a determinados grupos sociais.
Numa sociedade em que a presença da internet é massiva e vem mudando padrões de comportamento de maneira crescente, Click cumpre sem nem uma vírgula a menos, tudo o que promete ser: uma obra útil e inovadora para quem já compreendeu que a vida é também on-line.

Usando o artifício de uma linguagem universal, este livro pretende ajudar qualquer pessoa que esteja interessada em conhecer o campo da psicologia econômica, independentemente de seu grau de familiaridade com o assunto. Como se trata de uma nova área de conhecimento em nosso país é provável que muita gente realmente desconheça sua existência ou sequer suspeite de como ela pode ser útil em sua vida cotidiana ou em assuntos mais vitais, como a própria evolução sócio-econômica do nosso país. Do ponto de vista da vida pessoal, o livro também pode ser útil a quem deseja conhecer mais a fundo as próprias operações mentais com relação às decisões econômicas que toma.
Leia para se surpreender! Leia para se entender!

As atividades e as decisões governamentais são determinantes fundamentais da estabilidade, do crescimento econômico e do bem-estar social. Quais são estas atividades e decisões? Como elas afetam o comportamento da economia? Que princípios devem guiar as ações governamentais? São estas perguntas que todo cidadão faz, que afetam a vida cotidiana de todas as pessoas e que Fabio Giambiagi e Ana Cláudia Além respondem de forma clara e precisa neste livro-texto.
Finanças Públicas vem preencher uma grande lacuna sentida por todos os estudantes brasileiros de finanças públicas. É também texto de leitura obrigatória para todos os professores, pesquisadores universitários, economistas e demais técnicos que militam nesta área nos governos.
Também para o público em geral interessado no tema, o material será um texto de consulta fundamental. Não tenho dúvidas de que este livro muito contribuirá para melhorar a qualidade da gestão pública no Brasil.
O livro analisa questões concretas de forma didática, utilizando a teoria e os instrumentos analíticos para estabelecer um perfeito equilíbrio e integração entre a teoria e a realidade.

O colapso do sistema financeiro não é a causa, mas sim a manifestação de um impasse na economia mundial. É desta forma, em oposição às linhas de interpretação hegemônicas, que István Mészáros analisa o atual período histórico em sua nova obra, A crise estrutural do capital. No livro, o filósofo desmonta uma série de ilusões associadas aos acontecimentos recentes e afirma que as raízes da crise, na verdade, encontram-se no atual estágio de desenvolvimento do capitalismo.
A partir de uma visão histórica e sistêmica sobre a crise do capital, o autor mostra que esta crise nada tem de nova. Pelo contrário, é endêmica, cumulativa, crônica e permanente; e suas manifestações são o desemprego estrutural, a destruição ambiental e as guerras permanentes. Com orelha de Samir Amin e apresentação de Ricardo Antunes, A crise estrutural do capital retoma, assim, as contundentes críticas propostas por Mészáros, ao passo que muitas de suas perspectivas são confirmadas na trajetória descendente da economia global e pelos excessos no sistema financeiro internacional. O autor reafirma, assim, que vivemos uma crise estrutural cada vez mais profunda, cuja superação está além da quantia de zeros destinadas para tapar o buraco do endividamento global.

Você é o típico "pão-duro" que ainda acredita que construir um futuro financeiro tranqüilo é sinônimo de sacrifícios e privações? Saiba que para uma boa administração financeira você não precisa se transformar num "avarento" que só pensa em acumular cada vez mais e mais. A autora mostra que é possível balancear os gastos rotineiros e os que proporcionam prazer com a construção de patrimônio e, conseqüentemente, a possibilidade de enriquecer. Neste livro você aprenderá a gastar com responsabilidade, sem abrir mão de seu bem-estar hoje e, sobretudo, irá se livrar do malabarismo financeiro e fazer as pazes com sua conta-corrente de uma vez por todas.

Com referências ao novo Código Civil, esta obra traz uma análise da letra de câmbio, da nota promissória, da duplicata e do cheque, pormenorizando o cancelamento e a sustação do protesto e da ação executiva cambial, além de testes de aproveitamento ao final de cada ponto.

O colapso do sistema financeiro não é a causa, mas sim a manifestação de um impasse na economia mundial. É desta forma, em oposição às linhas de interpretação hegemônicas, que István Mészáros analisa o atual período histórico em sua nova obra, A crise estrutural do capital. No livro, o filósofo desmonta uma série de ilusões associadas aos acontecimentos recentes e afirma que as raízes da crise, na verdade, encontram-se no atual estágio de desenvolvimento do capitalismo.
A partir de uma visão histórica e sistêmica sobre a crise do capital, o autor mostra que esta crise nada tem de nova. Pelo contrário, é endêmica, cumulativa, crônica e permanente; e suas manifestações são o desemprego estrutural, a destruição ambiental e as guerras permanentes. Com orelha de Samir Amin e apresentação de Ricardo Antunes, A crise estrutural do capital retoma, assim, as contundentes críticas propostas por Mészáros, ao passo que muitas de suas perspectivas são confirmadas na trajetória descendente da economia global e pelos excessos no sistema financeiro internacional. O autor reafirma, assim, que vivemos uma crise estrutural cada vez mais profunda, cuja superação está além da quantia de zeros destinadas para tapar o buraco do endividamento global.

A obra é indicada para todas as pessoas que tenham alguma ligação direta ou indireta com o Crédito Comercial e, a partir daí, poderá estabelecer a melhor forma de relacionamento com o mercado, buscando cada vez mais aproveitamento das ´Vendas a Prazo´. Demonstra afinidade com o relacionamento humano, deixando ainda mais evidente a importância de um ´Crédito bem Concedido´, instrumento que ajuda a perpetuar a relação vendedor x consumidor.

Alguém já disse que o ser humano é um eterno insatisfeito e que também é movido por interesses econômicos, nunca estando satisfeito como o que tem e por isso sempre busca cada vez mais. Olhando ao nosso redor é possível observar exemplos que pode nos indicar que isso seja verdade, tanto sob o ponto de vista material como talvez do espiritual.

Trata-se do primeiro livro lançado no mercado de crédito nacional que, efetivamente, contribui para o aprendizado da tarefa de gestão de risco de crédito em carteiras de empresas e pessoas físicas, uma vez que engloba não só a teoria, mas também e fundamentalmente a prática, com a inclusão de exercícios e estudos de casos desenvolvidos com base em adaptações de situações reais.
É indicado para as disciplinas Análise de Crédito e Análise de Demonstrações Financeira dos cursos de Administração de Empresas, Ciências Contábeis e Economia. Leitura também recomendada para cursos de treinamento e desenvolvimento profissional.

A crise econômica chegou em todo o globo. Mas será menos profunda e mais curta que a de 1929, já que governos e bancos centrais estão agindo com base no receituário proposto por John Maynard Keynes. No caso do Brasil, no entanto, superada a crise, o país corre o risco de continuar em situação de subdesenvolvimento e com sombrias perspectivas econômicas de longo prazo. O que fazer depois da crise: a contribuição do desenvolvimentismo keynesiano propõe meios e modos a serem utilizados para, vencida a crise, colocar o país na trilha da eliminação do seu atraso econômico. O economista João Paulo de Almeida Magalhães – a partir de discussões desenvolvidas no Centro de Estudos para o Desenvolvimento (CED) – mostra ser possível, por meio de enfoque de longo prazo dos procedimentos utilizados por Keynes, conseguir a eliminação do subdesenvolvimento brasileiro em tempo útil. Ou seja, antes que os graves problemas econômicos, políticos e sociais do país tornem-se irreversíveis. Por isso, a importância desta obra para o Brasil de hoje. As concepções apresentadas aqui têm tudo para serem lidas e implementadas.

Utilizando uma linguagem elétrica e ágil – como é a Internet – procurei explicar como os acontecimentos nos levaram à crise, mostrando que modas e vícios antigos (como o esquema de pirâmide) voltaram camuflados em estruturas financeiras sofisticadas, com nomes misteriosos, como: derivativos, hedge funds, subprime, CDS e outros. De forma didática, busquei montar um mosaico com as informações disponíveis na rede mundial de computadores, traduzindo para o leitor os efeitos possíveis da crise. O livro foi escrito dentro de um novo conceito: durante a leitura, o leitor pode acessar a Internet e alcançar a profundidade que quiser em cada tópico. Dessa forma, ele pode se conectar aos sites e blogs indicados e ampliar seu conhecimento. Finalizo propondo ações práticas que poderão ser tomadas pelos profissionais e pequenos empresários para enfrentar a crise.

Ano de Edição: 2009
Quantidade de páginas: 224
Editora: Campus
No livro 'A crise de 2008 e o retorno da depressão econômica', o autor analisa os acontecimentos na economia globalizada e revela ao leitor que diversas formas de restrição ao capital podem ser postas em prática. O autor demonstra como a falta de planejamento para acompanhar o sistema financeiro levou os Estados Unidos, e o mundo em geral, a enfrentar a maior crise financeira desde os anos 30. O autor aponta as medidas que devem ser tomadas para conter a crise e reverter uma economia instável numa recessão profunda.

Ano de Edição:2008
Quantidade de páginas: 208
Editora: Agir
Um ensaio que combina conhecimento e densidade filosófica, o autor oferece uma contribuição para o entendimento da crise de crédito que o mundo atravessa e suas implicações para as nações e para a economia global.

São muitos os métodos quantitativos de análise discriminante de grupos para a concessão de crédito. A teoria que justifica a inadimplência certamente precisa levar em consideração conceitos econômicos, psicológicos e sociológicos, mas é necessário, também, que se estabeleça um modelo de previsão de inadimplência para a análise de pessoas físicas ou jurídicas por meio de ficha cadastrais, históricos creditícios ou demonstrativos financeiros. Neste livro, de grande valia para os profissionais de gestão bancária e de instituições que lidam com a concessão de crédito, Nelson Lerner Barth apresenta a descrição e a comparação de vários métodos quantitativos de previsão de inadimplência, evidenciando as vantagens e as desvantagens da aplicação de cada um. As técnicas mais tradicionais de análise multivariada, como análise discriminante linear e regressão logística, são comparadas às duas redes neurais e dos organismos genéricos, numa linguagem fluida, sem fórmulas, jargões ou notações complexas, tornando o entendimento acessível aos profissionais que lidam com a questão do crédito.
Editora: Nobel
Edição: 1
Número de páginas: 98
Lançamento: 1/1/2004

O varejo vem assumindo uma importância crescente no panorama empresarial do Brasil e do mundo. Notícias sobre o varejo aparecem quase diariamente nos cadernos econômicos dos principais jornais brasileiros. À medida que as empresas varejistas se expandem, passam a adotar avançadas tecnologias de informação e de gestão e desempenham papel cada vez mais importante na modernização do sistema de distribuição e da economia brasileira. Com um volume anual de vendas superior a R$ 100 bilhões, compreendendo cerca de um milhão de lojas, e representando mais de 10% do PIB brasileiro, as atividades varejistas desempenham um papel de relevante importância no cenário econômico do Brasil.
Nos últimos anos, o varejo vem atravessando um processo de transformação especialmente intenso. Com o acelerado ritmo de consolidação do setor, um número crescente de varejistas aparece na relação das maiores empresas do Brasil. O Carrefour e o Pão de Açúcar situam-se entre as cinco maiores empresas privadas brasileiras, com vendas anuais de quatro bilhões de dólares. Entre as 100 maiores empresas privadas brasileiras, 12 pertencem ao setor varejista.
Este livro auxilia profissionais e estudantes do varejo a entenderem a dinâmica do mercado e a enfrentarem com sucesso as mudanças dramáticas que estão ocorrendo no setor. O autor teve a preocupação de oferecer uma abordagem não só do ponto de vista conceitual, mas também prático, incorporando muitos casos da realidade brasileira e sugestões estratégicas e táticas para os varejistas. Os 15 capítulos do livro estão organizados em: Visão geral e estratégia da gestão varejista; mapeamento do mercado e do consumidor; Desenvolvimento de estratégias e táticas de marketing; Gestão varejista e a eliminação de desperdícios.
Editora: Atlas
1ª Edição (2000) | 8ª Tiragem
Páginas: 394 páginas

O crédito. Base econômica do crédito. As crises. Limite do crédito. O crédito como capital. Uso e abuso do crédito. Classificação do crédito. Documentos de crédito. A cobrança. Etc.

O crédito. Base econômica do crédito. As crises. Limite do crédito. O crédito como capital. Uso e abuso do crédito. Classificação do crédito. Documentos de crédito. A cobrança. Etc.

Quando uma empresa não consegue cobrar pontualmente suas faturas não pode atender suas próprias obrigações de pagamento e sua tesouraria entra em crise. Além disso, a falta de pagamento obriga as empresas a buscarem financiamento de curto prazo, e isto implica um custo financeiro elevado. Este livro, além de explicar os métodos mais eficazes para realizar as ações de cobrança e controlar a morosidade, oferece uma metodologia para a recuperação de títulos vencidos.

Atualmente a completa evolução dos negócios nos enfrenta permanentemente com questões e concepções renovadoras impossíveis de evitar, consequentemente, se torna imperativo responder a tais transformações na medida de suas exigências.

Intended as a practical, user-friendly guide to credit and collection principles and practices. Discusses how to to address daily problems with domestic customers, deal with the globalization of business, improve overall productivity, reduce bad debt losses, reduce delinquencies and maintain acceptable DSO, for making more sales. DLC: Credit--management.

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"O crédito costuma outorgar, ainda nestes tempos recorrendo ao conhecimento superficial da pessoa ou da empresa que o solicita mais que aos elementos técnicos de juízo adequados ao caso.
O adequado ao caso é adaptar as idéias expostas neste contexto às necessidades de cada empresa sem o prejuízo, freqüente com certeza, de que nela se exageram as coisas, mas ante tantas empresas com problemas financeiros graves, nenhuma providencia que deve se considerar fora de lugar”. Ediciones Fiscales ISEF
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