As operações de arrendamento mercantil (leasing) não param de crescer. No primeiro semestre, o volume de operações somou R$ 8,5 bilhões, um crescimento de 70,17% em relação ao mesmo perÃodo do ano passado, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Leasing (Abel) divulgados ontem.
O crescimento do leasing no semestre foi basicamente impulsionado pelo setor de veÃculos. No ano passado, segundo Bornia, com a economia aquecida e o agronegócio em alta, as vendas de caminhões e outros veÃculos pesados impulsionaram as operações. Este ano, o interesse maior é por automóveis.
Os veÃculos responderam por 65,6% do volume de negócios; máquinas e equipamentos aparecem em segundo lugar, com 28,4%. Já o financiamento de equipamentos de informática respondeu por apenas 2,5% das operações de leasing.
O saldo do valor presente da carteira de arrendamento mercantil fechou junho em R$ 17,2 bilhões, um aumento de 60,3% em relação ao mesmo perÃodo do ano passado. No mês de junho, foram assinados 34.167 contratos, contra 25.724 no mesmo perÃodo de 2004 (alta de 32%).
O setor de serviços é o que mais faz leasing para comprar algum bem. Ele foi responsável por 34,4% do volume negociado. Em seguida aparecem as pessoa fÃsica (com 28,3%); indústria (15,6%); comércio (12,9%) e as estatais (com apenas 0,6%). Outras atividades ficaram com participação de 8,15%.
Segundo a Abel, o paÃs tem 41 empresas de arrendamento mercantil. O setor, porém, é bastante concentrado. As 10 maiores administradoras respondem por 85% do valor presente da carteira do segmento. O ranking é encabeçado pela ItauLeasing, seguida pelo Safra, Bradesco Leasing e BankBoston Leasing. Não por acaso, estas instituições foram as que mais emitiram debêntures este ano. Apenas o Safra prepara uma emissão de R$ 5 bilhões. O Bradesco já emitiu R$ 7 bilhões e o Itaú, R$ 5,4 bilhões. O setor já emitiu R$ 16 bilhões este ano em debêntures, um recorde.
Os empresários brasileiros sustentam a disposição de realizar investimentos este ano, a despeito da turbulência polÃtica e da maior austeridade monetária a partir de setembro do ano passado.
A economia brasileira cresceu 1,4% no segundo trimestre de 2005, em relação ao primeiro trimestre deste ano, informou hoje o IBGE. No primeiro semestre do ano o PIB subiu 3,4% em relação ao mesmo perÃodo de 2004.
Na comparação com o segundo trimestre de 2004, o crescimento foi de 3,9%. No acumulado em quatro trimestres, a taxa ficou em 4,3%, quando comparada aos quatro trimestres imediatamente anteriores.
A dilatação nos prazos de pagamento pelas varejistas e a guerra de preços entre os fabricantes de eletroeletrônicos tentaram os consumidores. As vendas de DVDs, cujas prestações já estão mais acessÃveis aos consumidores de renda mais baixa, continuam explodindo, com um crescimento de 122,5% no primeiro semestre se
comparadas a igual perÃodo de 2004.
A inadimplência tanto de pessoas fÃsicas quanto de pessoas jurÃdicas apresentou alta nos primeiros seis meses deste ano na comparação com o mesmo perÃodo do ano passado, segundo dados da Serasa.
Maximizing recovery on delinquent accounts is a complex job. The agency relationship is not as simple as handing over the accounts and saying "collect it!" Sure, agencies work on commission and would like to collect all possible dollars. However, further review indicates that a complete agency management program can yield substantial increases in the net return to your company.
Consultas sobre serviços info@cmspeople.com
® CMS | Credit Management Solutions S.A. | Todos os direitos reservados