I2CREDIT Nº 9
Argentina: Na Argentina há um cartão de crédito para cada três habitantes
A recuperação econômica elevou o número de cartões emitidos para 12,2 milhões. A penetração dos cartões é superior à do Brasil e México, segundo nota da Infobae Diário.
Por: Andrea Sambuccetti, Infobae Diario
O fenômeno é demonstrado pelo crescimento econômico combinado ao cenário de baixas taxas de juros (que permitem o financiamento em parcelas) e a nova conversão virtual 3 por 1; tudo isso faz com que o número de cartões emitidos tenha alcançado a marca que apresentava no paÃs em 1998. Ou seja, antes do inÃcio da recessão que resultou na crise de 2001.
Com efeito, em 1998 a Argentina chegou a 12,2 milhões de cartões em circulação. Logo, teve inÃcio um processo descendente do consumo e das compras que “chegou ao fundo do poço” com a crise, durante a qual, essa marca caiu para 9,5 milhões.
A partir de 2003, com a reativação e até hoje, com menor nÃvel de incerteza, promoções, incentivos fiscais, baixas taxas de juros e maior consumo, houve um retorno massivo ao dinheiro “plástico”.
Hoje há novamente em circulação 12,2 milhões de cartões para uma população estimada em 38 milhões de habitantes; o que significa que 1 em cada 3 pessoas utiliza esta ferramenta de pagamento (proporcionalmente, mais do que no Brasil ou no México).
Mais cartões e mais consumo levaram finalmente a um crescimento do faturamento que chegará – segundo a Associação de Cartões de Crédito e Compras – a $26.000 milhões este ano, contra $24.000 milhões do ano passado.
Com um PIB em pesos estimado no segundo trimestre pelo Instituto de EstatÃstica e Censos (INDEC) em aproximadamente $552.000 milhões, verifica se que as compras com cartão de crédito equivalem a quase 5 pontos do PIB.
Segundo a empresa Visa Argentina – detentora de quase 50% de mercado – a Infobae Diario, 70% da carteira local utiliza o parcelamento em 3 a 6 vezes; enquanto a recusa de transações por falta de limite disponÃvel é da ordem de 1 por cento. A opção de compra em “parcelas” conforme comunicado pelas lojas de eletrodomésticos é elevada (especialmente neste setor por se tratar de bens duráveis).
Além disso, nos supermercados e outras categorias comerciais, o pagamento com cartão se intensificou devido a polÃticas de incentivo comandadas por juros baixos e descontos concedidos através de acordos entre instituições bancárias e empresas.
As instituições bancárias criaram grandes promoções que concedem descontos em redes comerciais, postos de gasolina, lojas de eletrodomésticos, e até em assinaturas da Internet. Com esse benefÃcio incentivou também a emissão de cartões.
A subsecretária de Defesa ao Consumidor, Patricia Vaca Narvaja, declarou que “houve muita venda parcelada sem juros para o Dia das Mães, Dia das Crianças e Dia dos Pais. Os cartões possibilitaram as compras parceladas sem juros, o que resultou em um crescimento do consumo. Este fenômeno não ocorreu apenas no comércio, mas também nos supermercados”.
“O consumo mensal médio por conta é de 500 a 600 pesos. O consumo do usuário médio chega a $200-$300 mensais. Os nÃveis de faturamento com cartão acompanham os nÃveis de consumo”, informou Cesar Bastien, diretor executivo de Atacyc.
“A compra parcelada é hoje em elemento importante. As pessoas estão bastante precavidas e racionais, endividam se até sua capacidade de pagar. O sistema se desenvolve em conjunto com a economia. As compras com cartão crescem acompanhando o crescimento do consumo”, afirma Bastien.
A Argentina tem uma penetração de cartões mais alta que o Brasil ou o México, pois já alcança a marca de um cartão para cada três habitantes, contra um para cada quatro nos dois paÃses.
Mesmo assim, a hiper competitividade dos EUA parece inalcançável, 7 cartões para cada habitante. Lá existem mais de 200 operadoras e mais de 100 marcas de cartões diferentes, garante o jornal.
Ultimas Notas
I2CREDIT Nº 9
A Assembléia Nacional sancionou a Lei de Cartões de Crédito, Débito, Pré pagos e demais cartões de Financiamento ou Pagamento Eletrônico.
Esta lei havia sido sancionada em primeira instância, mas o Conselho Ministerial resolveu devolvê la ao Poder Legislativo com uma série de observações.
O Parlamento aceitou as propostas de mudanças feitas pelo Executivo aos artigos 2, 27, 58 e 59, recusando outros argumentos de ordem técnica, financeira e jurÃdica.
Por: Fonte: www.eluniversal.com
...E também estão entre os que mais financiam compras, usando também o cartão para pagar cinema e restaurantes, conforme estudo realizado pelo LatinPanel em 16 capitais da região.
Existem diferenças sociais, culturais e econômicas notórias entre os consumidores em Santiago e nas principais capitais da América Latina. É o que mostra o último estudo Consumer Watch realizado pelo LatinPanel que englobou as 16 principais cidades da região (Santiago, La Paz, Buenos Aires, Caracas, Bogotá, São Paulo, Rio de Janeiro, Quito, Lima, Cidade da Guatemala, Tegucigalpa, San José, Manágua, Cidade do Panamá, Cidade do México e San Salvador) e contou com uma amostra de 9 mil donas de casas.
Por: Fonte: Diario "La Segunda"
Segundo pesquisas realizadas com diferentes câmaras de comércio, quanto às festas de 2004, baseadas no maior consumo e no aumento de crédito.
Este Natal promete ser mais doce que o anterior para o bolso dos comerciantes. É que segundo um levantamento entre as principais redes de varejo, esperam se este ano vendas 40% superiores a dezembro 2004.
Por: Fonte: www.infobae.com
Por que a venda e a cobrança são irmãs siamesas?
Lembremos o que são irmãs siamesas:
Siameses são gêmeos que nascem com os corpos unidos, não podendo viver um sem o outro. Seu destino é colaborar estreitamente durante toda a sua existência para poder sobreviver.
Por: Pere J. Brachfield Especialista em Inadimplência, diretor do Centro de Estudos de Inadimplência
With recent bankruptcy reform stipulating that consumers must receive credit counseling prior to filing, counselors - as well as creditors - must prepare to handle an influx of cases.
For years, credit counseling agencies have been an excellent solution for consumers to turn to as an alternative to bankruptcy or simply for assistance in managing their finances. The counseling industry has seen tremendous growth over the last decade, but today faces many challenges of its own and is in need of new approaches of conducting business in order to remain a viable solution for consumers in the future.
Por: Mike Rosenthal – publicado en www.collectionindustry.com