Quinta 09 Fevereiro 2012
Avanzado
BUSCA DE NOTAS AVANÇADO Palavra chave: Em: De: (MM/AA)Até: (MM/AA)Ordenar por:

I2CREDIT Nº 10

Estruturação de um departamento de riscos

Estruturação de um departamento de riscosSão vários os aspectos a serem analisados pela diretoria de uma instituição financeira para criar um departamento, área ou unidade de controle e gestão de riscos.
Um deles refere se ao nível institucional no qual operará. Nas instituições pertencentes a um grupo deve se definir se a unidade de riscos (ou seja qual for o nome) operará em escala corporativa ou em cada departamento da corporação.

Por: Dr. Jorge Ambram Presidente executivo Instituto Latino-Americano de Riscos, S.A. Costa Rica.
Bookmark and Share
Mostra a experiência que as unidades de gestão corporativa exigem um alto nível de “empowerment” dos funcionários que as compõem. Isto implica, por sua vez, a preexistência de uma forte cultura de riscos entre os membros das respectivas diretorias corporativas, de forma que estejam comprometidos com uma administração corporativa feita sob o enfoque de riscos e especialmente estimule um investimento aceitável em equipamento e recursos humanos para enfrentar o desafio de realizar uma gestão em escala global.

Outro problema a ser resolvido quando da estruturação de uma unidade de riscos, é a sua localização “geográfica” dentro da instituição. Existem pelo menos duas alternativas de inserção no organograma funcional para uma unidade de riscos: ficar ao lado (“staff”) da gerência geral ou abaixo dela. Seria um grande erro fazer a unidade de riscos depender de uma gerência financeira. O critério para evitar conflitos de interesse deve ser claro: quem administra riscos não pode corrê los, ou seja, os funcionários da unidade não podem participar, por exemplo, dos processos de concessão de crédito, de investimento ou de captação de fundos. Este aspecto que parece trivial, no entanto muitas instituições mostram organogramas funcionais pouco flexíveis ou simplesmente não dispõe de pessoal suficiente para “eliminar” riscos.

Quanto aos tipos de riscos acarretados pela unidade, deve se definir quais deles serão objeto de processamento. A experiência mostra que a maioria das instituições prefere iniciar o processo com a gestão de riscos de mercado (de taxa, de câmbio, de preço), já que as respectivas normas vigentes costumam referir se, em primeiro lugar, a este risco em particular. Em segundo lugar, costuma se incorporar a gestão de risco de crédito para finalmente desenvolver o risco operacional. Seja qual for o tratamento dado aos diversos riscos, seria recomendável que a mesma equipe o fizesse, já que os modelos aplicáveis na medição são diversos, exigindo dos operadores diferentes habilidades, especialmente no que se refere a riscos operacionais.

Outro ponto significativo refere se aos comitês de riscos. São vários os aspectos a serem considerados na hora de estruturar esta função, como decidir se o comitê de riscos é integrado (tratando todos os riscos) ou se haverá vários comitês, um para cada risco. Mais importante no entanto ainda, é definir se as decisões deste departamento são “vinculantes” ou não, isto é, se as decisões tomadas no seio destes comitês são de cumprimento obrigatório na instituição ou apenas tem caráter de “recomendação” para a gerência geral ou a diretoria. Cada instituição, de acordo com sua natureza, terá que resolver este aspecto, que costuma tornar se um verdadeiro “impasse” na gestão.

Também pesa a decisão sobre o tipo de modelo a ser utilizado para medir riscos. Sem dúvida, a técnica predominante e recomendável é utilizar os modelos VAR (valor em risco ou máxima perda esperada), especialmente na área de riscos de mercado (de taxa, de câmbio e de preço), extensíveis ao tratamento de riscos de crédito (CAR, sigla em inglês de credit-at-risk) e operacional (Operacional VAR). No obstante, em uma primeira fase de desenvolvimento, os riscos de mercado – como o de taxa – podem ser processados mediante modelos de “duração” e os riscos de câmbio com os modelos de “posição líquida”; o risco de preço também pode ser resolvido pelo uso de matrizes de “variação-covariação”.

Finalmente, mas não menos importante, vem a solução informática a ser utilizada para o processamento de riscos. A experiência nos mercados emergentes revela que os maiores sucessos foram obtidos pelas instituições que adotaram, em uma primeira etapa, soluções informáticas de desenvolvimento em VisualBasic Excel para criar indicadores de riscos. Trata se de uma alternativa de mais baixo custo do que a implementação de desenvolvimentos internos ou a compra de módulos de alta complexidade que capturam dados de um escritório central para reprocessá los. Esta solução simples e eficiente, é a solução correta quando as normas vigentes referentes a riscos no mercado não são suficientemente consistentes para que as instituições financeiras se aventurem a adquirir sistemas de alto custo que não garantem resultados melhores.

Ultimas Notas

I2CREDIT Nº 10

Gestão de Riscos nos Mercados Emergentes

Gestão de Riscos nos Mercados EmergentesAinda que não exista um poder supranacional que exija que os mercados emergentes respeitem os orçamentos de administração de riscos definidos na Basiléia II, suas diretrizes obrigam e incentivam as autoridades dos países a se regularizarem.

Por: Jorge Ambram - www.actualidad.co.cr

China: A reforma financeira na China

China: A reforma financeira na ChinaHoje a China é tema obrigatório seja na imprensa técnica ou não. Sua economia é responsável em grande parte pelo comércio mundial, sendo o destino de importantes investimentos nacionais e internacionais, ainda que os analistas acreditem que seu comportamento dependerá da eficácia das reformas necessárias para manter um crescimento estável.

Por: Martín Palladino Consultor Associado CMS Espanha

Argentina: A concessão de empréstimos bancários ao setor privado cresceu 36% no ano

Argentina: A concessão de empréstimos bancários ao setor privado cresceu 36% no anoSegundo os dados do Banco Central, as linhas de crédito mais dinâmicas foram os empréstimos pessoais com um aumento superior a 70% e o de cartões de crédito com 59%.

Por: Fonte: www.infobae.com

Chile: Call e Contact Center: O grande valor dos clientes

Chile: Call e Contact Center: O grande valor dos clientesNo Chile, os call y contact centers se desenvolveram significativamente. Existe uma oferta cada vez maior de equipamento, serviço e consultoria; tudo para que as empresas possam delegar a especialistas o contacto com seus clientes e a gestão de seu relacionamento com eles. Chegou a tal grau a especialização que o país já exporta serviços de call e contact center para países como Estados Unidos e Espanha. No que se refere às vantagens para o negócio dos clientes, o desenvolvimento deste mercado no país durante os últimos anos e o valor agregado trazido pelos call e contact centers ao resultado final da operação das empresas, entrevistamos fornecedores de destaque da área, durante um café da manhã organizado pela Revista Gerência.

Por: Fonte: www.emb.cl/gerencia

Credit Where It's Not Due

Credit Where It's Not DueWhen the Senate Banking Committee holds its hearings today on regulation of Fannie Mae and Freddie Mac, members should keep foremost in mind the determination by a December Federal Reserve study that the secondary mortgage giants provide little or no benefit to homebuyers, while costing taxpayers billions.

Por: Howard Husock, The Wall Street Journal

Notas Destacadas

2012
CREDIT PERFORMANCE Nº 66
CREDIT PERFORMANCE Nº 65
2011
CREDIT PERFORMANCE Nº 64
CREDIT PERFORMANCE Nº 63
CREDIT PERFORMANCE Nº 62
CREDIT PERFORMANCE Nº 61
CREDIT PERFORMANCE Nº 60
CREDIT PERFORMANCE Nº 59
CREDIT PERFORMANCE Nº 58
CREDIT PERFORMANCE Nº 57
CREDIT PERFORMANCE Nº 56
CREDIT PERFORMANCE Nº 55
2010
CREDIT PERFORMANCE Nº 54
CREDIT PERFORMANCE Nº 53
CREDIT PERFORMANCE Nº 52
CREDIT PERFORMANCE Nº 51
CREDIT PERFORMANCE Nº 50
CREDIT PERFORMANCE Nº 49
CREDIT PERFORMANCE Nº 48
CREDIT PERFORMANCE Nº 47
CREDIT PERFORMANCE Nº 46
CREDIT PERFORMANCE Nº 45
2009
CREDIT PERFORMANCE Nº 44
CREDIT PERFORMANCE Nº 43
CREDIT PERFORMANCE Nº 42
CREDIT PERFORMANCE Nº 41
CREDIT PERFORMANCE Nº 40
CREDIT PERFORMANCE Nº 39
CREDIT PERFORMANCE Nº 38
CREDIT PERFORMANCE Nº 37
CREDIT PERFORMANCE Nº 36
CREDIT PERFORMANCE Nº 35
CREDIT PERFORMANCE Nº 34
CREDIT PERFORMANCE Nº 33
2008
CREDIT PERFORMANCE Nº 32
CREDIT PERFORMANCE Nº 31
CREDIT PERFORMANCE Nº 30
CREDIT PERFORMANCE Nº 29
CREDIT PERFORMANCE Nº 28
CREDIT PERFORMANCE Nº 27
2007
CREDIT PERFORMANCE Nº 26
CREDIT PERFORMANCE Nº 25
CREDIT PERFORMANCE Nº 24
CREDIT PERFORMANCE Nº 23
CREDIT PERFORMANCE Nº 22
2006
CREDIT PERFORMANCE Nº 21
CREDIT PERFORMANCE Nº 20
CREDIT PERFORMANCE Nº 19
CREDIT PERFORMANCE Nº 18
CREDIT PERFORMANCE Nº 17
CREDIT PERFORMANCE Nº 16
CREDIT PERFORMANCE Nº 15
CREDIT PERFORMANCE Nº 14
CREDIT PERFORMANCE Nº 13
CREDIT PERFORMANCE Nº 12
CREDIT PERFORMANCE Nº 11
CREDIT PERFORMANCE Nº 10
2005
CREDIT PERFORMANCE Nº 9
CREDIT PERFORMANCE Nº 8
CREDIT PERFORMANCE Nº 7
CREDIT PERFORMANCE Nº 6
CREDIT PERFORMANCE Nº 5
CREDIT PERFORMANCE Nº 4
CREDIT PERFORMANCE Nº 3
CREDIT PERFORMANCE Nº 2
CREDIT PERFORMANCE Nº 1

Ultima Revista

Dezembro 2011
Setembro 2011
Junho 2011
Março 2011
Dezembro 2010
Setembro 2010
Junho 2010
Março 2010
Dezembro 2009
Setembro 2009
Edições Anteriores Cadastre-se Anuncie na revista Se deseja anunciar em nossa revista, entre em contato com:
Madleine Sprocatti
madi@cmspeople.com
+ 55 (11) 3868 2883
+ 55 (11) 3865 7013
+ 55 (11) 9161 57 57
http://www.cmspeople.com/po/ http://www.cmseventos.com/po/

Consultas sobre serviços info@cmspeople.com
® CMS | Credit Management Solutions S.A. | Todos os direitos reservados

Mapa do Site | Contato

Osmosis Diseño y Comunicación