O crédito imobiliário não só cresce com vigor neste início de ano como também voltou a beneficiar diretamente os compradores. No primeiro trimestre, cresceu 74% em comparação com o mesmo período de 2005 e atingiu R$ 1,574 bilhão. Desse total, 62% foram emprestados aos mutuários e 38% para as construtoras, de acordo com informações da Associação Brasileira das Instituições de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). No ano passado, os grandes beneficiários dos recursos foram as construtoras, que receberam 58,3% dos recursos disponíveis.
Os banqueiros obtiveram várias conquistas em 2005. De um lado, o número de clientes de setor alcançou seu recorde histórico, a solvência do sistema, a eficiência e as transações também alcançaram indicadores máximos, e os empréstimos voltaram a crescer, segundo o Superintendente de Bancos, Gustavo Arriagada, ao nível anterior à crise asiática.
SÃO PAULO - O número de internautas residenciais ativos superou, em março, a marca dos 14 milhões pela primeira vez desde setembro 2000, quando o Ibope NetRatings começou a fazer essa medição.
Os números preliminares de abril sinalizam que a inadimplência dos consumidores permanece em um patamar ainda confortável. Segundo estimativas da RC Consultores, com base nos dados da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) referentes à primeira quinzena do mês, a taxa de inadimplência deve fechar abril em 6%, valor inferior ao de abril de 2005: 7,7% e aos 7,3% de março deste ano.
When the Senate Banking Committee holds its hearings today on regulation of Fannie Mae and Freddie Mac, members should keep foremost in mind the determination by a December Federal Reserve study that the secondary mortgage giants provide little or no benefit to homebuyers, while costing taxpayers billions.
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