I2CREDIT Nº 13
Chile: Bancos fecham 2005 registrando recorde de empréstimos e clientes
Os banqueiros obtiveram várias conquistas em 2005. De um lado, o número de clientes de setor alcançou seu recorde histórico, a solvência do sistema, a eficiência e as transações também alcançaram indicadores máximos, e os empréstimos voltaram a crescer, segundo o Superintendente de Bancos, Gustavo Arriagada, ao nÃvel anterior à crise asiática.
Por: Jimena Catrón (www.eldiario.cl)
No cálculo anual feito ontem pela Superintendência do setor, foram divulgados os principais números para 2005: um crescimento de empréstimos de 12,5% em doze meses – isto é 2,1 pontos a mais do que em 2004 – impulsionado principalmente pela expansão nas alocações para o comerciais – que representam mais de 50% do total do mercado –, e das do de consumo.
No entanto, os banqueiros não alcançaram novo Ãndice no que se refere à rentabilidade – sobre capital e reservas – o projetado pelo órgão regulador para dezembro de 2005 é de 15,5%, cifra que representa uma queda de pouco menos de 2 pontos comparado com 2004. Por que? O aumento das taxas de juros e uma concorrência cada vez maior.
Segundo explicou Gustavo Arriagada, foi registrada "uma recomposição e uma crescente e cada maior concorrência no sistema bancário�. Este ano, mais de 142 mil pessoas foram incorporadas ao sistema financeiro através dos créditos de consumo, em relação às 2.147.000 já existentes em 2004. Desta forma, os banqueiros progrediram em um dos grandes desafios que se impôs no fim do ano passado, quando o sistema bancário tornou se o foco de atenção do setor.
Novos setores de consumo, o cartão inteligente do Transantiago e um aumento nas redes dos bancos – através de filiais e ATM – fizeram parte da estratégia adotada para tentar ocupar o espaço de agências financiadoras nos segmentos de menores recursos. De fato, nos próximos dias o Comitê do Sistema Bancário da Associação de Bancos se reunirá com funcionários da SBIF para apresentar suas propostas para acelerar o processo de migração para serviços bancários no paÃs.
Segundo afirmou Gustavo Arriagada, todos os projetos visando cumprir este objetivo requerem uma constante comunicação entre ambas as partes. "Estivemos em permanente comunicação. Eles farão uma apresentação formal à Superintendência�, comentou. Mas, esclareceu que de acordo com a interpretação que se faz do conteúdo das propostas, "a contraparte nesse âmbito será basicamente o Ministério da Fazenda, mais do que nós�.
Consumo: a estrela são novamente os créditos de consumo que fazem sorrir os banqueiros. Isto se deve ao fato de que se em 2004 falava se que a jóia do setor era este negócio – que se caracteriza por empréstimos de baixas somas e altas margens –, este ano consolidou se como tal. O crescimento apresentado em 2005 foi o maior já registrado – de acordo com as informações da SBIF levantadas desde 1997 – com uma expansão de 21,1%.
Segundo as estimativas do órgão regulador, as alocações de consumo devem fechar o ano em quase US$ 9,4 bilhões. Outro dado que chamou a atenção foi o da composição deste mercado. De acordo com a SBIF, 66% deste negócio estão nas mãos dos bancos, sendo que 44% estariam agentes de crédito não bancários – incluindo desde financiadoras até lojas de departamento. De fato, o varejo – que segundo números do comércio concentra praticamente o triplo de cartões das instituições financeiras –, US$ 2,1 bilhões ($ 1,105 trilhão), muito distante dos US$ 9,34 bolhões ($ 4,79 trilhões) colocados pelos bancos no mercado.
Empréstimos com hipotecas: apesar das ofertas feitas pelos bancos para aumentar a contratação de empréstimos hipotecários, este ano o crescimento não ultrapassou o registrado em 2004. Com uma expansão de 16,5%, as alocações para a casa própria avançaram 2 pontos menos do que no ano anterior, e de acordo com as projeções do órgão fecharão o ano em aproximadamente US$ 18,20 bilhões. Segundo explicou o superintendente dos bancos, isto se deveria ao fato deste setor ter sido o primeiro a sentir o impacto do aumento das taxas de juros.
Comerciais: os empréstimos comerciais que representam mais de 50% do total da indústria, cresceram 10,7% comparados a dezembro de 2005, próximo da expansão registrada em 1997, ano que ainda mantém um recorde com 11,7% de crescimento neste setor. Segundo as estimativas da Superintendência dos Bancos, os empréstimos a empresas deverão alcançar os US$ 51,5 bilhões em dezembro deste ano.
Ultimas Notas
I2CREDIT Nº 13
O crédito imobiliário não só cresce com vigor neste inÃcio de ano como também voltou a beneficiar diretamente os compradores. No primeiro trimestre, cresceu 74% em comparação com o mesmo perÃodo de 2005 e atingiu R$ 1,574 bilhão. Desse total, 62% foram emprestados aos mutuários e 38% para as construtoras, de acordo com informações da Associação Brasileira das Instituições de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). No ano passado, os grandes beneficiários dos recursos foram as construtoras, que receberam 58,3% dos recursos disponÃveis.
Por: Fonte: Valor Online
SÃO PAULO - O número de internautas residenciais ativos superou, em março, a marca dos 14 milhões pela primeira vez desde setembro 2000, quando o Ibope NetRatings começou a fazer essa medição.
Por: TaÃs Fuoco - Valor Online
Os números preliminares de abril sinalizam que a inadimplência dos consumidores permanece em um patamar ainda confortável. Segundo estimativas da RC Consultores, com base nos dados da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) referentes à primeira quinzena do mês, a taxa de inadimplência deve fechar abril em 6%, valor inferior ao de abril de 2005: 7,7% e aos 7,3% de março deste ano.
Por: Publicado em www.valoronline.com
When the Senate Banking Committee holds its hearings today on regulation of Fannie Mae and Freddie Mac, members should keep foremost in mind the determination by a December Federal Reserve study that the secondary mortgage giants provide little or no benefit to homebuyers, while costing taxpayers billions.
Por: Howard Husock, The Wall Street Journal