Chile's banking regulator said on Wednesday it will begin oversight in May of millions of credit cards issued by retailers.
Superintendent of Banks and Financial Institutions Gustavo Arriagada said at a news conference the agency will regulate non-banks that issue credit cards that are used for more than $35 million in transactions done with businesses not connected to the issuer.
A queda dos juros dos títulos públicos, a entrada das construtoras no mercado de capitais e a recuperação da renda dos trabalhadores colocaram os mutuários de volta ao foco dos bancos no primeiro trimestre de 2006.
Em busca de rentabilidade, as instituições financeiras estão ampliando ainda mais a oferta de crédito para a compra de imóveis. No primeiro trimestre deste ano, de R$ 1,574 bilhão liberado para o crédito imobiliário, 62% foram emprestados aos mutuários e 38% para as construtoras, segundo dados da Associação Brasileira das Instituições de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).
As bolsas de valores dos Estados Unidos fecharam em baixa ontem, depois que dados econômicos fortes renovaram preocupações sobre novos aumentos nos juros e a previsão de receitas decepcionantes da fabricante de produtos de consumo Procter & Gamble. As ações da empresa caíram 3,25%.
PIB do país asiático atinge US$ 2,26 trilhões em 2005 e supera o da França e o da Inglaterra.
China ultrapassou a França e a Inglaterra e assumiu a quarta colocação entre as maiores economias do mundo, atrás de Estados Unidos, Japão e Alemanha.
O governo de Pequim anunciou oficialmente ontem que a economia cresceu 9,9% no ano passado e atingiu o valor de US$ 2,26 trilhões (18,23 trilhões de yuans).
A forte alta do PIB, aliada a uma ampla revisão de estatísticas, fez com que a China saltasse da sétima para a quarta posição no ranking em pouco mais de um mês.
SÃO PAULO - Pouco mais de um mês à frente da Economia, o ministro Guido Mantega vai cobrar dos banqueiros maior velocidade na redução dos "spreads" e dos juros para o consumidor. Este será o tema principal de encontro entre o ministro e os presidentes de grandes bancos de varejo no país marcada para esta sexta-feira na sede da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), em São Paulo.
O crédito e as receitas com prestação de serviços serão os principais vetores de crescimento de resultados para o setor financeiro em 2006 e devem manter a atratividade das ações do segmento listadas na bolsa, avaliam os analistas. Num ambiente de queda das taxas de juros, expansão da atividade econômica e redução do risco-Brasil, a leitura é de que os papéis têm bom potencial de valorização pela frente, mesmo após o rali verificado ao longo do ano passado.
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