I2CREDIT Nº 14
China: China cresce 9,9% e já é 4ª maior economia
PIB do país asiático atinge US$ 2,26 trilhões em 2005 e supera o da França e o da Inglaterra.
China ultrapassou a França e a Inglaterra e assumiu a quarta colocação entre as maiores economias do mundo, atrás de Estados Unidos, Japão e Alemanha.
O governo de Pequim anunciou oficialmente ontem que a economia cresceu 9,9% no ano passado e atingiu o valor de US$ 2,26 trilhões (18,23 trilhões de yuans).
A forte alta do PIB, aliada a uma ampla revisão de estatísticas, fez com que a China saltasse da sétima para a quarta posição no ranking em pouco mais de um mês.
Por: Fonte: Folha de São Paulo
A expectativa para 2006 é que o crescimento continue próximo de 9%, o que aproximará a China da Alemanha, cujo PIB gira em torno de US$ 2,8 trilhões.
As exportações e os investimentos continuaram a ter um peso decisivo na escalada chinesa. As vendas externas registraram aumento de 28,4% e atingiram US$ 762 bilhões. As importações se expandiram em ritmo mais moderado, 17,6%, para US$ 660 bilhões.
Entre os desafios do governo para 2006 estará a redução do saldo comercial, que atingiu o recorde de US$ 102 bilhões em 2005. As autoridades chinesas temem que a manutenção do superávit neste patamar termine por justificar a adoção de medidas protecionistas contra seus produtos por outros países, especialmente os EUA.
Apesar da preocupação em relação ao superaquecimento da economia, os investimentos continuaram a crescer no ano passado e somaram US$ 1,1 trilhão, 25,7% acima do registrado em 2004. O valor equivale a 49% do PIB. No Brasil, o indicador é próximo de 20% do PIB.
Assim como o comércio exterior, o alto nível de investimentos também preocupa o governo. Desde o primeiro semestre de 2004 as autoridades tentam reduzir o ritmo da economia, temendo que ele provoque desequilíbrios e não se sustente no futuro.
O grande volume de investimentos pode levar à criação de capacidade de produção superior ao que o consumo interno e as exportações conseguem absorver. Se isso ocorrer, haverá uma redução brusca do nível de atividade econômica, para que a oferta de bens volte a se equiparar à demanda. Esse cenário é o que os economistas chamam de "hard-landing" -aterrissagem forçada.
O objetivo do governo para os próximos anos é reduzir a dependência do crescimento econômico em relação às exportações e aos investimentos.
A avaliação do Partido Comunista é que as vendas externas estão sujeitas aos humores da economia global e a pressões protecionistas, enquanto o investimento pode levar à superoferta.
Para modificar esse cenário, a meta é elevar o peso do consumo interno na formação do PIB, o que exigirá a redução da taxa de poupança dos chineses, uma das maiores do mundo.
No ano passado, o consumo interno de bens teve alta real de 12% e somou US$ 833,5 bilhões, o equivalente a 37% do PIB.
A renda disponível das famílias urbanas chinesas registrou aumento real de 9,6%, para US$ 1.300 ao ano. Na zona rural, onde vivem 60% dos chineses, a renda teve expansão menor, de 6,2% real, para US$ 400.
A crescente disparidade de renda entre o campo e a cidade e entre ricos e pobres é outro problema diante do governo chinês. O número de protestos na zona rural tem crescido a cada ano e o Partido Comunista busca caminhos para elevar o rendimento dos camponeses.
A redução da desigualdade é uma das principais metas do Plano Qüinqüenal para o período 2006-2010, que será aprovado no encontro do Congresso Nacional do Povo em março.
Revisão
A ascensão da China no ranking das maiores economias ganhou impulso em dezembro de 2005, quando o governo anunciou que o PIB do país era 16,8% maior do que se imaginava até então. A revisão estatística levou o país da sétima para a sexta posição, no lugar da Itália, em números de 2004.
Com o anúncio de ontem, a China ultrapassou a França e a Inglaterra, que tiveram expansão inferior a 2% no mesmo período.
Ultimas Notas
I2CREDIT Nº 14
A queda dos juros dos títulos públicos, a entrada das construtoras no mercado de capitais e a recuperação da renda dos trabalhadores colocaram os mutuários de volta ao foco dos bancos no primeiro trimestre de 2006.
Em busca de rentabilidade, as instituições financeiras estão ampliando ainda mais a oferta de crédito para a compra de imóveis. No primeiro trimestre deste ano, de R$ 1,574 bilhão liberado para o crédito imobiliário, 62% foram emprestados aos mutuários e 38% para as construtoras, segundo dados da Associação Brasileira das Instituições de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).
Por: Fonte: Valor Online
As bolsas de valores dos Estados Unidos fecharam em baixa ontem, depois que dados econômicos fortes renovaram preocupações sobre novos aumentos nos juros e a previsão de receitas decepcionantes da fabricante de produtos de consumo Procter & Gamble. As ações da empresa caíram 3,25%.
Por: Fonte: Valor Online
SÃO PAULO - Pouco mais de um mês à frente da Economia, o ministro Guido Mantega vai cobrar dos banqueiros maior velocidade na redução dos "spreads" e dos juros para o consumidor. Este será o tema principal de encontro entre o ministro e os presidentes de grandes bancos de varejo no país marcada para esta sexta-feira na sede da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), em São Paulo.
Por: Fonte: O Globo
O crédito e as receitas com prestação de serviços serão os principais vetores de crescimento de resultados para o setor financeiro em 2006 e devem manter a atratividade das ações do segmento listadas na bolsa, avaliam os analistas. Num ambiente de queda das taxas de juros, expansão da atividade econômica e redução do risco-Brasil, a leitura é de que os papéis têm bom potencial de valorização pela frente, mesmo após o rali verificado ao longo do ano passado.
Por: Adriana Cotias De São Paulo - Valor Online
Chile's banking regulator said on Wednesday it will begin oversight in May of millions of credit cards issued by retailers.
Superintendent of Banks and Financial Institutions Gustavo Arriagada said at a news conference the agency will regulate non-banks that issue credit cards that are used for more than $35 million in transactions done with businesses not connected to the issuer.
Por: Manuel Farias - Reuters