I2CREDIT Nº 17
Argentina: o mapa do Risco de Crédito
A realidade sócio-econômica de cada uma das províncias determina que existam grandes diferenças no grau de inadimplência e incobrabilidade de cada distrito.
Por: Publicado em www.notibancos.com
Da análise das cifras publicadas pelo BCRA, depreende-se que em 31.12.05 os distritos com maior porcentagem de carteira em "Situação Normal" em relação à carteira total são: La Pampa com 97,58%, Juju com 95,00%, Tierra del Fuego com 94,92%, Santa Cruz com 94,74% e Santa Fé com 92,09%.
Por outro lado, os distritos que registram o menor grau de "Carteira em Situação Normal" são: Tucumán com 66,27%, Chaco com 75,19%, Corrientes com 80,33% e Chubut com 83,77%.
Em La Pampa, o motivo do alto grau de regularidade da carteira é a diversificação do risco de crédito por setor da economia. Ao contrário, em Jujuy, Tierra del Fuego e Santa Cruz, o bom desempenho da carteira tem a ver com a colocação de empréstimos a pessoas físicas com cláusula de desconto de cotas sobre créditos.
Em Chaco, Corrientes e Chubut as carteiras se encontram bastante diversificadas (por setor), mas esta diversificação não pode moderar o risco de crédito que a própria situação macroeconômica do distrito gera. Ao contrário, em Tucumán a irregularidade vem, basicamente, da baixa capacidade de pagamento das famílias (considere-se que neste distrito os financiamentos a pessoas físicas representam 45% do total da carteira e registram uma irregularidade de 30%).
Do acima exposto, se desprende que existem diferenças significativas no grau de risco de crédito de cada distrito. Por tal razão, entendemos que para estabelecer políticas de crédito de maneira mais eficiente, os bancos deveriam elaborar um mapa do risco de crédito que inclua as realidades sócio-econômicas de cada distrito e de cada setor da economia.
Ultimas Notas
I2CREDIT Nº 17
O Conselho do Banco Central do Chile, através da publicação do novo Capítulo III.J.1 de seu Compêndio de Normas Financeiras, determinou à Superintendência de Bancos e Instituições financeiras que fiscalizasse os Emissores e Operadores de Cartões de Crédito não-Bancários.
Por: Fernando Valdés Superintendência de Bancos e Instituições Financeiras - Chile
É incrível que as pessoas continuem pagando, apesar da forma como são tratados por algumas agências de cobrança no México e, nos atrevemos a sugerir, na América Latina em geral. Os clientes são submetidos a uma tortura muito real, a partir do primeiro segundo em que venceu sua dívida.
Por: Lic. Francisco H. Mosti Diretor Geral, CEDEC – México
A inadimplência nos pagamentos na Espanha é um fenômeno difícil de erradicar, faz parte dos costumes do país. As mudanças legislativas não serão suficientes para erradicar o problema. Além disso, a sociedade espanhola sempre foi muito tolerante com os inadimplentes e inclusive existe certa simpatia para com o "morosillo" que foge e se esquiva habilmente de seus credores, e por não existir uma condenação social, os inadimplentes podem se enriquecer.
Por: Pere J. Brachfield Diretor do Centro de Estudos de Inadimplentologia da EAE
Com mais de 300 Cartões de crédito no mercado, a tarefa de decidir-se por um ou outro é complicada, isso quando a decisão é tomada conscientemente. Caso contrário, é somente uma questão de dizer "aceito o cartão" para ter não só um, mas pelo menos três cartões em sua carteira.
Por: Silvia Cabezas Bolaños - www.actualidad.co.cr
Almost one third (31%) of Americans say they are using more credit to pay the higher prices for energy and other consumer goods resulting from Hurricane Katrina, according to the Cambridge Consumer Credit Index. 19% say they are using less credit, while 50% say they are using the same amount of credit as they did a year ago.
Por: Publicado em www.collectionindustry.com