I2CREDIT Nº 19
Inadimplência já começa a cair
Se a disposição das pessoas para saldar seus débitos diminui a curto prazo, é natural que isso repercuta posteriormente nas estatísticas de mais longo prazo.
Os especialistas começam a ver indicações de que a inadimplência vai dar trégua. O mais recente relatório sobre crédito realizado pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco destacou que a inadimplência de 15 a 90 dias "tem dado sinais de arrefecimento".
Por: Publicado em Valor Econômico
Depois de ter batido 7,3% do total de operações de crédito para pessoas físicas em abril, a inadimplência de 15 a 90 dias vem recuando lentamente e ficou em 6,9% em agosto, de acordo com dados do Banco Central (BC). Enquanto isso, a inadimplência acima de 90 dias continuou a subir após abril, quando estava em 7,5%, chegou a 7,7% em maio e ficou em 7,6% em agosto.
Para alguns especialistas, o calote de curto prazo funciona como uma espécie de indicador antecedente da inadimplência acima de 90 dias, que é o índice efetivamente acompanhado para medir como andam os atrasos no crédito. Se a disposição das pessoas para saldar seus débitos diminui a curto prazo, é natural que isso repercuta posteriormente nas estatísticas de mais longo prazo.
Comparando as duas linhas em um período mais longo, a relação é quase sempre evidente. Na virada de 2000 para 2001, por exemplo, a inadimplência aumentou no curto prazo, em um movimento que só apareceria significativamente nas operações de longo prazo, no final de 2001. Pouco depois, o calote já invertia a tendência no curto prazo enquanto o índice de atraso acima de 90 dias batia o pico histórico de 8,44% em maio e só começava a cair no início de 2003.
Mais recentemente, o mesmo padrão se repetiu. A inadimplência de curto prazo subiu fortemente no primeiro semestre de 2005, movimento que só seria sentido a longo prazo no segundo semestre.
Segundo os economistas do Bradesco, a inadimplência tende a diminuir com a queda das taxas de juros, a melhora das condições no mercado de trabalho e a desaceleração do crescimento do crédito. A previsão do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco é que a inadimplência cairá ligeiramente para 7,4% até o final deste ano.
A taxa deve cair ainda mais no próximo ano com a entrada em vigor do cadastro positivo de crédito e a ampliação da abrangência da central de risco de crédito. Mas, ressaltaram, os níveis baixos de inadimplência observados no ano passado podem não voltar devido ao novo perfil da carteira, que alcançou clientes de maior risco por causa da bancarização.
O Departamento de Economia da Austin Rating não vê maiores perigos em relação à inadimplência. Para os economistas da consultoria, a atual onda de inadimplência é movida por "fatores positivos" - ou seja, a ampliação da base de tomadores, com a recuperação da renda e do emprego, criação de novas modalidades, e aumento da renda familiar em virtude de programas sociais.
A Tendências Consultoria Econômica não espera que a inadimplência da pessoa física supere os 8% atingidos em 2002. Para a consultoria, a taxa deve recuar, mas recomenda cautela, lembrando que os dados do BC não levam em conta operações de securitização realizadas por alguns bancos.
Pesquisa realizada pelo Instituto de Economia Gastão Vidigal, da Associação Comercial de São Paulo, apurou que 69% dos inadimplentes entrevistados querem pagar as dívidas e limpar o nome cadastrado nas instituições de proteção ao crédito em até 30 dias. Em março deste ano e em setembro do ano passado 96% dos pesquisados disseram que pretendiam quitar os débitos em 90 dias. As entrevistas foram feitas no balcão do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC ). O desemprego, pessoal ou de alguém da família, foi indicado como a causa da inadimplência por 59% dos entrevistados.
Dos inadimplentes que levantaram empréstimo consignado, 65% informaram que o utilizaram para pagar dívidas e 12% para ajudar a família. Metade dos que tomaram crédito consignado afirmou que isso foi a causa da inadimplência.
Ultimas Notas
I2CREDIT Nº 19
Capazes de dar financiamento a juro menor que os bancos, elas disputam as pequenas empresas. As cooperativas de crédito querem disputar com os bancos o mercado de financiamento para as micro e pequenas empresas.
Por: Publicado em Gazeta Mercantil
Na Bahia o Juro Zero está sendo desenvolvido em parceria com a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), associado ao programa local Bahia Inovação, criado em 2003.
A Bahia tem R$20 milhões disponíveis para financiar projetos inovadores de micro e pequenas empresas, com a vantagem de não precisar pagar juros pelo empréstimo, apenas a correção monetária.
Por: Mônica Bichara - Correio da Bahia - BA
Num país onde impera o consumismo financiado, tornam -se ainda mais importantes as cooperativas de crédito. Crédito fácil e barato é fundamental ao desenvolvimento econômico de qualquer país. É ótimo quando se destina à produção, à geração de novos negócios e, por tabela, de emprego e renda. É o que ocorre no caso de empréstimos bancários para a construção de indústrias ou implantação de complexos comerciais, ou ainda no caso dos financiamentos obtidos por micro, pequenos ou médios empreendedores através das cooperativas de crédito comprometidas com atividades produtivas.
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Got $150 bucks and a devious streak? Then. according to InformationWeek.com, you could rack up some names, credit card numbers, and expiration dates from unsuspecting consumers. I should also insert that I’m not above accepting cuts of profits based off of ideas I pass on second hand.
Por: Fuente: CollectionIndustry.com