Em um ambiente de deterioração da atividade econômica com um reduzido crescimento do crédito, a evolução da morosidade das entidades financeiras é uma das principais variáveis para o seguimento do pulso econômico e financeiro. A morosidade – medida como razão de créditos não pagos por mais de 90 dias sobre o total de créditos – é uma variável indicativa da qualidade das carteiras creditícias e tem um efeito claro sobre a rentabilidade das entidades financeiras.
Fonte: ElPaís.com
Para as entidades, a mora supõe importantes custos. Por um lado, a necessidade de assumir como perda uma parte do empréstimo moroso (via provisões) e, por outro, as gestões necessárias para recuperar o crédito, bem amigável ou através dos meios legais que correspondam.
A rumorologia existente sobre a morosidade das entidades financeiras pode fazer esquecer as conseqüências para aqueles clientes que deixam de fazer frente a seus compromissos. Para eles o não pagamento supõe uma série de "custos", desde os correspondentes interesses de demora até o risco de execução das garantias.
Adicionalmente, colocar-se em situação de moroso presumirá uma importante dificuldade para obter financiamento devido à existência de diferentes registros que deixam constância das situações de não pagamento. O principal destes registros é a CIRBE, administrada pelo Banco da Espanha, que deixa constância de todas as operações de financiamento superiores a seis mil euros e especificamente dos saldos devedores de cada pessoa física ou jurídica. Trata-se de um registro que todas as entidades consultam em análise de qualquer operação creditícia para comprovar níveis de endividamento ou irregularidades em operações existentes. Também são utilizados habitualmente outros registros de devedores como RAI, ASNEF, etc. Este "rastro", portanto, se não pagaram os empréstimos devidamente, pode comprometer futuras solicitações de financiamento.
Com estas implicações, o não pagamento de empréstimos pode ter importantes custos para famílias e empresas, ao ponto de condicionar suas capacidades futuras de obter o financiamento e os valores aos que poderão obtê-lo, a morosidade não parece exclusivamente um problema das entidades de crédito.
Cultura
Há muita confusão sobre quem são os hispânicos nos EUA. Muitos acreditam ser uma raça, apesar do Instituto de Censo dos Estados Unidos enfatizar que membros de qualquer raça podem ser hispânicos.
Rio de Janeiro, 19 jun (EFE) – A viabilidade econômica da América Latina depende do acesso ao crédito por parte da população mais pobre da região, segundo um estudo da Universidade de Loughborough (Reino Unido) apresentado hoje no Rio de Janeiro.
A inadimplência do brasileiro hoje é praticamente o dobro da apontada pelos dados do Banco Central (BC), se for excluído o crédito consignado, aquele com desconto na folha de salários e cujo pagamento é líquido e certo, segundo estimativas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).
A Caixa Madrid apresentou hoje os resultados do primeiro semestre de 2008, o que a obriga a admitir que sua taxa de morosidade subiu para 1,89%, desde junho do ano passado, quando registrou 0,52%.
Apesar da crise alimentar mundial e do astronômico preço do barril de petróleo, acabar com a miséria é possível. Otimista assim que se mostra o economista Mohamed Yunus, conhecido como “o banqueiro dos pobres” e autor de Um mundo sem pobreza (Paidós, Barcelona, 2008), que acaba de ser publicado em espanhol.
O volume de empréstimos morosos dos bancos e caixas aumentou 13,3% em maio, 25,453 milhões de euros, segundo dados provisionais publicados pelo Banco da Espanha, que coincidem com a publicação das cifras de atividade hipotecária.
Banco Central dos Estados Unidos anuncia medidas para evitar uma repetição da atual crise hipotecária.
Muito barulho tem sido feito em torno do atendimento ao cliente offshoring na base global. As economias de custos, as capacidades multilíngües e diversidades de negócios tornaram-no muito mais atraente para terceirizadas e clientes como a economia internacional tornou-se muito mais integrada. Ele também se tornou um tema quente em muitos mercados em desenvolvimento; isto principalmente porque o offshoring pode beneficiar tanto o desenvolvimento de tecnologias como a criação de empregos, aspectos que podem estar faltando nas economias locais.
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