Serão incorporados na análise dos créditos de consumo, de hipotecários e para micros e pequenas empresas.
Espera-se reduzir a taxa de crescimento do crédito varejista de 30% para 20% anual.
Para garantir a implementação de uma adequada política creditícia, foram ampliadas as sanções aos bancos que são pouco rigorosos ao avaliar a capacidade de pagamento dos clientes. Hoje são punidos com provisões (reservas que menosprezam os lucros das entidades financeiras) equivalentes a 1% dos créditos outorgados, incluindo no cálculo 20% das linhas de créditos não utilizadas para os clientes (algo que só é possível no caso de cartões de crédito). Com o novo regulamento, as provisões que deverão ser feitas subirão para 2%.
Mas embora, o banco continue a ser o que tem absoluta liberdade para definir sua política creditícia, algumas restrições e compromissos estão sendo colocados. Entre outras coisas, obriga as instituições financeiras a avaliar de forma abrangente não apenas para autorizar a linha original de crédito, mas também a cada vez que se vai realizar algum incremento na linha. Além disso, eles também foram obrigados a acompanhar especialmente aqueles clientes que tendem a pagar apenas as somas mínimas de seus cartões de créditos, que exijam cota inicial para os créditos hipotecários aos segmentos de baixa renda, que não eram incluídos nas campanhas de créditos a clientes qualificados em diferentes categorias da normal e que levem em conta a dívida familiar para o caso de créditos a micro e pequenas empresas.
COMO ME AFETA?
De acordo com a SBS, o novo regulamento deve entrar em vigor a partir do próximo ano, pois é necessário que os bancos adequem suas contabilidades e sistemas. No entanto, explica Roberto Cores, especialista da Ernest & Young, é evidente que com as maiores provisões exigidas, os custos para as entidades financeiras serão elevados, portanto, além de serem solicitados mais requisitos aos clientes, os créditos ficarão mais caros. Mas também, é uma norma imprescindível, pois com as atuais taxas de crescimento dos créditos, coloca-se em risco a qualidade da carteira de empréstimos, ressaltou no programa "Rumbo econômico" Juan José Marthans, ex-superintendente da SBS. E mais, para ele esta medida já deveria ter sido tomada no ano passado.
E, embora o SBS discorde de Marthans sobre prazos, o fato é que, com o regulamento anterior, mais de um banco teve problemas com o sobreendividamento.
A subida de 20 milhões de pessoas para a classe C fez com que ocorresse uma bancarização no País, com o número de contas bancárias quase dobrando entre 2000 e 2007, segundo informou o superintendente de economia da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), Nicola Tingas, no 1º Seminário Semestral da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), nesta quarta-feira (30).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assina no próximo dia 31 decreto que regulamenta os serviços de atendimento ao consumidor (SACs) dos setores bancário, de telefonia fixa e móvel, internet, TV a cabo, planos de saúde, energia elétrica, cartão de crédito e aviação civil.
Segundo o último estudo da Dimension Data, ‘Contact Center Benchmarking Report 2008’, as organizações com os serviços básicos de call centers têm mais possibilidades de conservar sua carteira de clientes.
Poucas pessoas colocariam em dúvida que os empregados nos call centers trabalham sob pressão. Os trabalhadores estão ao telefone por várias horas, tratando com clientes que não estão vendo, alguns dos quais – dependendo da função do centro de chamadas – podem estar furiosos, ou ao menos impacientes. Os salários são normalmente baixos e a rotatividade muito freqüente.
Os fluxos mundiais de investimento alcançarão cerca de 300 bilhões de dólares até 2015. Como as empresas de serviços financeiros podem se preparar?
Os psicólogos consideram que as dificuldades econômicas tiram o melhor das pessoas porque faz com que valorizem o que é importante e prescindam do supérfluo, agucem o engenho, peçam para desfrutar de um lazer menos consumista e aumentem o sentido da responsabilidade e da economia.
Ele pode escalar montanhas em uma viagem isolada e se dirigir aos caminhos das mais baixas e miseráveis estradas. É o poderoso sinal de celular - e a última esperança para trazer serviços financeiros a quem não tem acesso a bancos.
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