Os fluxos mundiais de investimento alcançarão cerca de 300 bilhões de dólares até 2015. Como as empresas de serviços financeiros podem se preparar?
E, no entanto, assinala um recente estudo da IBM realizado em cooperação com The Economist Intelligence Unit, os executivos de firmas de serviços financeiros reconhecem que carecem de estratégias de integração global para aproveitar as novas oportunidades.
Esta pesquisa global realizada com aproximadamente 1000 líderes de negócios (incluindo mais de 800 executivos sênior de mercados financeiros e mais de 100 de seus clientes corporativos), oferece algumas lições inesperadas para companhias do setor financeiro:
1) Ajuste às preferências dos clientes
Para se especializar de forma efetiva, as empresas devem compreender as necessidades e prioridades dos clientes e se ajustarem a elas.
Em um ambiente financeiro globalizado, a inovação, a velocidade de entrada aos mercados e a capacidade de adaptação são requisitos fundamentais para responder às mutáveis demandas dos clientes.
Assim, as empresas do segmento deverão combinar a forma de enfocar aos clientes dos bancos tradicionais com a dinâmica dos bancos de investimento para desenvolverem produtos inovadores.
2) Da corporação multinacional à empresa integrada globalmente
No lugar de adotar um enfoque estratégico, baseado em dados, para avaliar as oportunidades do mercado global, muitas empresas financeiras seguem cegamente a multidão.
Um cenário futuro vai exigir maior discernimento sobre quando, onde e como entrar em novos mercados geográficos.
Ao mesmo tempo, terão que abandonar as estruturas organizacionais rígidas e multinacionais para se converterem em empresas mais fluídas e integradas globalmente.
À medida que forem transformando o perfil global e a distribuição dos ativos, as empresas financeiras necessitarão de modelos comerciais flexíveis e integrados, para alinhar seu portfolio a grupos de ganhos emergentes e "tesouros" de riqueza geograficamente dispersos.
3) Acessar o conjunto de talentos globais prontamente disponíveis
As capacidades de criação de produtos financeiros globais estão amadurecendo.
A distribuição das habilidades relacionadas com o mercado financeiro mundial se modifica à medida que diversos países adquirem os meios para investir mais fortemente nas instalações educativas.
Igualmente ao resto dos recursos, o capital humano deverá se utilizar de um modo globalmente integrado.
4) Criação de novos modelos de análise de sofisticação financeira
Os termos "mercados emergentes" e "mercados em desenvolvimento" tornaram-se irrelevantes. As organizações líderes superarão um prejuízo geracional onde "desenvolvimento" significa "dominante".
Os centros de geração de riqueza modificam sua distribuição geográfica.
Assim, é necessário desenvolver modelos econômicos para prever a localização dos futuros ativos investíveis no mundo e como circularão entre os mercados maduros e emergentes até 2025.
Definitivamente, a globalização está modificando a distribuição mundial das vantagens competitivas e, portanto, da riqueza. Para as firmas de serviços financeiros, se diferenciarem nesse contexto exigirá grande agilidade e capacidade de adaptação.
A subida de 20 milhões de pessoas para a classe C fez com que ocorresse uma bancarização no País, com o número de contas bancárias quase dobrando entre 2000 e 2007, segundo informou o superintendente de economia da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), Nicola Tingas, no 1º Seminário Semestral da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), nesta quarta-feira (30).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assina no próximo dia 31 decreto que regulamenta os serviços de atendimento ao consumidor (SACs) dos setores bancário, de telefonia fixa e móvel, internet, TV a cabo, planos de saúde, energia elétrica, cartão de crédito e aviação civil.
Segundo o último estudo da Dimension Data, ‘Contact Center Benchmarking Report 2008’, as organizações com os serviços básicos de call centers têm mais possibilidades de conservar sua carteira de clientes.
Poucas pessoas colocariam em dúvida que os empregados nos call centers trabalham sob pressão. Os trabalhadores estão ao telefone por várias horas, tratando com clientes que não estão vendo, alguns dos quais – dependendo da função do centro de chamadas – podem estar furiosos, ou ao menos impacientes. Os salários são normalmente baixos e a rotatividade muito freqüente.
Serão incorporados na análise dos créditos de consumo, de hipotecários e para micros e pequenas empresas.
Espera-se reduzir a taxa de crescimento do crédito varejista de 30% para 20% anual.
Os psicólogos consideram que as dificuldades econômicas tiram o melhor das pessoas porque faz com que valorizem o que é importante e prescindam do supérfluo, agucem o engenho, peçam para desfrutar de um lazer menos consumista e aumentem o sentido da responsabilidade e da economia.
Ele pode escalar montanhas em uma viagem isolada e se dirigir aos caminhos das mais baixas e miseráveis estradas. É o poderoso sinal de celular - e a última esperança para trazer serviços financeiros a quem não tem acesso a bancos.
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