Os psicólogos consideram que as dificuldades econômicas tiram o melhor das pessoas porque faz com que valorizem o que é importante e prescindam do supérfluo, agucem o engenho, peçam para desfrutar de um lazer menos consumista e aumentem o sentido da responsabilidade e da economia.
Fonte: EFE
É o que afirmou o psicólogo Eladio Rosique, que recomendou "se limitar a enfrentar a situação econômica de cada um" para fazer frente às dificuldades financeiras, "sem superdimensioná-las nem cair em temores irracionais que paralisam e incapacitam as pessoas ante aos problemas".
A psicóloga Victoria Trabazo, por sua vez, explicou que é necessário "ajustar-se à realidade individual" para valorizar realmente a situação econômica pessoal e "enfrentá-la de forma ativa com objetivos em curto prazo e sem dramatismo".
"Existem pessoas que vivem uma boa situação econômica, mas se deixam levar pelas notícias sobre a crise e a psicose geral e vivem angustiados, sem razão, pela incerteza do que possa ocorrer no futuro", destaca Trabazo.
Rosique insistiu neste aspecto: "uma dose de ansiedade é positiva porque ajuda a adaptar-se a novas situações", mas "a preocupação excessiva gera muita ansiedade que, bloqueia a pessoa, aumenta seu nível de angústia e não lhe deixa pensar".
Por isso, Rosique recomenda "não perca tempo em buscar culpados (políticos, construtores, promotores...)", apenas "comece a trabalhar e veja a crise como uma possibilidade para sair fortalecido".
Outro conselho sugerido pelo psicólogo Miguel Hierro é compartilhar os problemas tanto no âmbito pessoal como no familiar para que "a carga do momento crítico não seja carregada apenas por uma pessoa".
Em suas declarações, Hierro explicou que é importante "falar de maneira franca e honesta com os companheiros de trabalho, empregados ou superiores" para conhecer a segurança e estabilidade do posto de trabalho e buscar soluções entre todos.
O especialista recomenda também, que os pais falem sobre os problemas com os filhos, explicando porque é necessário reduzir em determinados gastos e fazer com que eles participem da situação.
A subida de 20 milhões de pessoas para a classe C fez com que ocorresse uma bancarização no País, com o número de contas bancárias quase dobrando entre 2000 e 2007, segundo informou o superintendente de economia da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), Nicola Tingas, no 1º Seminário Semestral da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), nesta quarta-feira (30).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assina no próximo dia 31 decreto que regulamenta os serviços de atendimento ao consumidor (SACs) dos setores bancário, de telefonia fixa e móvel, internet, TV a cabo, planos de saúde, energia elétrica, cartão de crédito e aviação civil.
Segundo o último estudo da Dimension Data, ‘Contact Center Benchmarking Report 2008’, as organizações com os serviços básicos de call centers têm mais possibilidades de conservar sua carteira de clientes.
Poucas pessoas colocariam em dúvida que os empregados nos call centers trabalham sob pressão. Os trabalhadores estão ao telefone por várias horas, tratando com clientes que não estão vendo, alguns dos quais – dependendo da função do centro de chamadas – podem estar furiosos, ou ao menos impacientes. Os salários são normalmente baixos e a rotatividade muito freqüente.
Serão incorporados na análise dos créditos de consumo, de hipotecários e para micros e pequenas empresas.
Espera-se reduzir a taxa de crescimento do crédito varejista de 30% para 20% anual.
Os fluxos mundiais de investimento alcançarão cerca de 300 bilhões de dólares até 2015. Como as empresas de serviços financeiros podem se preparar?
Ele pode escalar montanhas em uma viagem isolada e se dirigir aos caminhos das mais baixas e miseráveis estradas. É o poderoso sinal de celular - e a última esperança para trazer serviços financeiros a quem não tem acesso a bancos.
Consultas sobre serviços info@cmspeople.com
® CMS | Credit Management Solutions S.A. | Todos os direitos reservados