Prat-Gay destacou essa modalidade. "Acho que depois desta crise, o mundo vai voltar a ter um sistema de crédito com um caráter mais pessoal, e as micro-finanças têm uma oportunidade", refletiu Alfonso Prat-Gay, economista referente da Coligação Cívica, que inaugurou ontem algumas jornadas como presidente da Fundação Andares, dedicada a promover o desenvolvimento das micro-finanças como um sistema de serviços oferecidos para aqueles que não têm acesso ao banco comercial.
Após palestrar nas jornadas de micro-finanças organizadas por Andares e a Rede Argentina de Instituições de Micro-crédito, o economista considerou que poderia haver um maior desenvolvimento do micro-crédito, mas por razões pouco animadoras: "algumas pessoas vão perder o emprego e o auto-emprego será uma possibilidade", explicou. Segundo alertou, a crise externa é o golpe da graça para a situação de freio na expansão e de estagnação do nível de emprego que já existiu. E estima que um a cada três argentinos viva na pobreza.
Mas uma possível maior demanda de micro-créditos chocaria, segundo ele admitiu, com um possível aumento da mora, porque "os empreendedores terão o desafio de lidar com os pagamentos", em um cenário onde "a inflação ainda é elevada".
A alta dos preços, considerou, "está começando a perfurar a base de capital das entidades micro-financeiras porque ainda estão com a mentalidade de manter uma taxa, quando esta taxa já não é o mesmo como há quatro anos." Um dos eixos das conversas sobre o micro-crédito foi a necessidade das instituições que oferecem fossem auto-sustentáveis e rentáveis. E houve pedidos de política fiscal. De acordo com os regulamentos, quem oferece a alguém que, por sua situação de pobreza, é informal, deve se aplicar ao interesse do IVA com uma sobretaxa de 50%.
Os dois bancos prevêem usar a reserva de provisões genéricas que dispõem em seus balanços antes da deterioração do seu portfólio de empréstimos. Isso irá ajudá-los a proteger os seus lucros.
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Os bancos mexicanos têm se protegido ao restringir o crédito outorgado por meio de cartão, devido ao aumento na morosidade de seus clientes. O financiamento com o chamado dinheiro de plástico diminuiu 12,2% em julho passado, a maior queda desde 1997, segundo estatísticas do Banco do México.
O que um agente de cobrança deve fazer quando se depara com um devedor que tem interesse em pagar mas não tem forma de fazê-lo? Deveriam processá-lo? Penhorar sua casa? Geralmente essas são as ações a serem realizadas e, em muitos casos, as únicas formas eficazes. No entanto, dependendo do devedor e sua situação, uma abordagem mais criativa pode obter melhor resultado.
Os números de pendências em cartões de crédito irão piorar nos últimos meses de 2008, de acordo com revisão semestral feita pela Moody’s Investor Services do setor de cartões de crédito nos Estados Unidos, apesar da pequena redução na taxa de inadimplência em Julho quando comparada com o mês anterior.
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