De acordo com o diretor-executivo da CSU CardSystem, Wanderval Alencar, os cheques estão cada vez mais perdendo espaço para as negociações com cartões. Segundo ele, nos últimos cinco anos, conforme dados do Banco Central, o declínio dos cheques foi de 35% no total movimentado, enquanto as transações com cartões evoluíram 212%, no mesmo período, informa o site InfoMoney.
No mais, a alta adesão dos plásticos, teria sido, conforme informações do diretor, a solução encontrada para escoar todo o dinheiro do crédito, que, atrelado ao PIB (Produto Interno Bruto), estaria próximo da casa dos 40%.
Segundo o BC, existe hoje uma média de 0,6 cartão de crédito e um de débito para cada brasileiro. No mês de julho, conforme dados da Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões e Serviços), foram realizadas 508 milhões de compras com os plásticos no país, totalizando R$ 31,7 bilhões. A marca só seria menor do que a observada no mês de dezembro, com as compras de final de ano, quando atingiu R$ 37 bilhões e 567 milhões de compras.
Alencar alerta ainda que o cartão é benéfico, especialmente ao consumidor de baixa renda, pois, com ele, este terá um limite adequado na taxa de juros, poderá parcelar compras pagando menos juros do que com os cheques pré-datados e não precisará usar dinheiro nem um talão inteiro de folhas de cheque na carteira, o que representa segurança.
SÃO PAULO - As perspectivas da Merrill Lynch para o Brasil pioraram. Na opinião dos analistas do banco, embora não esteja exposto a uma crise sistêmica de crédito, o País também não deve sair ileso dos problemas atuais nos mercados financeiros internacionais.
O desempenho do comércio varejista em julho indica um quadro de acomodação da atividade, com tendência de desaceleração, informou nesta terça-feira o coordenador de Comércio e Serviços do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), Reinaldo Pereira. O indicador de junho pode ter sido influenciado, segundo ele, pela alta da inflação no período e pelo processo de elevação da taxa básica de juros por parte do BC (Banco Central), informa a Folha Online.
A Caixa Econômica Federal divulgou nessa quinta (30) algumas mudanças feitas nas regras das operações de microcrédito que realiza com outras instituições de microfinanças que atendem os interessados em tomar esse tipo de crédito. Segundo nota divulgada pela Caixa, foram alterados o prazo para as operações, que subiu de 12 para 24 meses, e o valor máximo a ser tomado, que passou de R$ 5 mil para R$ 10 mil, informa a Agência Estado.
A semana mal havia começado e a Bolsa de Valores de São Paulo amargava queda de 10%, na segunda-feira 29/9. Uma semana depois, na segunda 06/10, a baixa chegou a 15%, mesmo depois da interrupção dos negócios. A crise econômica se arrasta e ainda é difícil prever impactos a longo prazo. Se nas empresas em geral o cenário gera preocupações e se reflete nas demandas dos departamentos de Tecnologia da Informação, imagine como está a rotina dos profissionais de TI do Banco Central do Brasil – órgão regulador do sistema financeiro nacional?
A Federação Latino-Americana de Bancos (Felaban) vai criar um índice para comparar o grau de bancarização (acesso da população aos serviços bancários) dos países do continente. Até o fim do ano, o índice deve estar pronto inicialmente para cinco países, entre os quais, já está escolhido "o Brasil, pela sua importância", informou hoje o presidente da Felaban, Fernando Pozo, em entrevista coletiva promovida pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Os outros países, que ainda dependem de confirmação, devem ser Equador, Peru, Colômbia e Venezuela.
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