A TNS InterScience realizou uma pesquisa para avaliar o impacto das novas tecnologias de meios de pagamento, como o Contactless (sem contato) e o Mobile Wallet (uso do celular no lugar do plástico), mostrando de que forma elas poderiam contribuir para aumentar o share dos cartões de crédito frente ao dinheiro.
O mobile payment (pagamento móvel) desponta como a maior aposta das emissoras de cartões e instituições financeiras nos próximos anos. O Brasil tem 102 milhões de cartões de crédito, 130 milhões de celulares e mais de 70 milhões de contas correntes ativas.
Usar o celular como cartão de crédito no lugar do plástico foi um recurso avaliado pelos entrevistados "maduros" como uma forma segura de pagamento, uma vez que o plástico não aparece na transação, impossibilitando sua identificação por outras pessoas, explica o gerente de negócios da TNS InterScience, Felipe Menezes.
Já os jovens, embora não entendam totalmente o conceito, associam o pagamento móvel à tecnologia atualmente em uso no Japão e a classificam como "inteligente" e "prática", uma vez que pode ser levada a lugares onde eles normalmente carregam pouco volume, como praia, balada, shows e cinema.
A percepção geral do funcionamento é que um chip colocado no celular é lido pelo POS no ponto de venda. Mesmo sendo visto pelos entrevistados de forma positiva, já que é associado a uma evolução, também há ressalvas.
"O estudo detectou que o grau de confiança na segurança do sistema financeiro é maior do que na telefonia celular, ou seja, observou-se um certo desconforto em relação à essa possível dependência", explica o executivo.
"Solucionadas potenciais barreiras culturais envolvendo questões como segurança e eficácia nos pagamentos, essas tecnologias se tornarão uma tendência inevitável no mercado", conclui Menezes.
Segundo o estudo GTI, realizado pela TNS em 20 países em novembro de 2007, 27% dos usuários de celular têm interesse na utilização no pagamento móvel nos 12 meses subsequentes à data da pesquisa.
A inadimplência de pessoas físicas subiu para 7,8% em novembro deste ano, segundo dados divulgados nesta terça-feira pelo Banco Central, O resultado é o maior desde agosto de 2003, quanto bateu 7,9%, e ficou acima do registrado em outubro.
O crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) deve ser de 5,6% neste ano e de 2,56% em 2009, de acordo com a Pesquisa de Projeções Macroeconômicas e Expectativas de Mercado realizada mensalmente pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos).
O presidente para a América Latina e o Caribe da MasterCard WorldWide, Richard Hartzell, afirmou que o cheque e o dinheiro vivo irão acabar. Ele esteve no Brasil para dar uma palestra no C4 2008 (Congresso de cartões e crédito ao consumidor), nesta sexta-feira (29), informa o site InfoMoney.
Atualmente, os Estados Unidos e muitos outros países enfrentam uma grande crise econômica cuja origem está no mercado de hipotecas norte-americano.
Mas as crises não são novidade no campo da economia. O pensador Karl Marx (1818-83) formulou algumas idéias sobre crises, medidas de valorização do capital e até sobre o comércio exterior e o mercado de ações, que podem ser encontradas em obras como "O Capital" e "Teorias da Mais-Valia".
Washington - Consumidores que possuem dívidas no cartão de crédito podem esperar uma entrega especial de Natal: novas regras para os cartões de créditos.
Reguladores federais revelarão as novas regras nas próxima semanas com intuito de restringir algumas práticas dos cartões de crédito tidas como injustas ou desonestas.
Os executivos de muitas administradoras de cartões de crédito estão aumentado suas expectativas nas operações de recuperação, uma vez que mais dólares recuperados estão contribuindo para o registro de lucro. Ao mesmo tempo, os desafios impostos aos executivos de recuperação como aumento da inadimplência, baixa coletabilidade em redes de contingência e pouco retorno pela venda de dívidas estão fazendo com que tais expectativas sejam mais difíceis de serem alcançadas.
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