Segundo levantamento internacional, 34% acham que a crise vai melhorar. Países em desenvolvimento estão mais otimistas que os demais.
Os resultados de uma pesquisa inédita revelaram que o brasileiro está entre os mais otimistas do mundo em relação aos efeitos da crise financeira internacional. A pesquisa foi feita em 17 países e ouviu 16 mil pessoas entre novembro e dezembro de 2008. No Brasil, o levantamento foi realizado pelo Ibope, que fez 2 mil entrevistas em todos os estados.
Levando em consideração os números globais, aproximadamente metade do mundo teme pelo pior. No globo, 49% acham que a crise vai piorar, e apenas 12% acham que vai melhorar. "A impressão que se tem vendo o comércio, vendo as demissões na indústria automobilística, é que está piorando", afirma o médico Poti Avrene.
Os mais pessimistas vivem em ilhas - os britânicos (78%) e os japoneses (70%). Os continentais alemães vêm na terceira colocação, com 68% de pessimistas.
Emergentes otimistas
Otimismo, os pesquisadores só encontraram nos países em desenvolvimento, as chamadas economias emergentes. Indianos, chineses e brasileiros parecem estar na contramão desse mau humor internacional.
Os indianos são os líderes, com 39%, seguidos pelo Brasil (34%) e pela China (27%). Portanto, o Brasil é o vice nesse campeonato. 34% dos entrevistados esperam melhora, enquanto 14% estão pessimistas.
Quanto maior a renda, maior a desconfiança. Nas classes A e B, só 25% apostam em melhora. Na classe C, são 31%, e nas D e E essa índice atinge 47%.
Abalo psicológico
Se o assunto é renda familiar, os brasileiros são os mais otimistas. 79% dizem que a renda vai aumentar. "Se as pessoas não ficarem tão abaladas psicologicamente e continuarem tocando a sua vida, eu acho que a gente continua levando o barco para a frente", anuncia o empresário Celso Antunes. "Se a situaçao está ruim e você ainda fica achando que a coisa vai piorar, não tem outra saída, vai piorar', concorda a cantora Sandra Soares.
A confiança na capacidade do governo administrar a crise é outro indicador de otimismo. Numa escala de um a dez, os brasileiros (6,7) só perdem para os chineses (7) na nota que dão ao governo. Com Barack Obama no poder, a fé dos americanos também está alta, com 6,3.
O economista Antônio Corrêa de Lacerda acha que o brasileiro mantém o otimismo porque é um sobrevivente da economia. O longo processo de inflação e vários outros problemas que já tivemos na economia fez com que as pessoas se adaptassem rapidamente as novas situações. Essa postura é boa?, explica.
"Nós somos otimistas mas com os pés no chao. A gente também não pode ficar reclamando, têm que ir pra frente", finaliza a demonstradora Sirlene da Silveira.
Média no período foi de R$ 2,5 bi, em linha com o resto do ano; vendas e concessão de crédito batem recorde
SÃO PAULO - O crédito para a aquisição de veículos usados apresentou queda no último mês de 2008, quando 56% dos negócios foram realizados com algum tipo de financiamento, contra 59% observados em novembro.
SÃO PAULO - Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (29) pela TeleCheque aponta que, do total de brasileiros endividados, 57,08% são mulheres. Para a gerente da Instituição, Cláudia Maciel, o dado não surpreende: "os homens são mesmo mais controlados na hora de gastar. Eles são mais racionais nesse quesito".
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They might forgive but they won't forget. Banks are more willing than ever to cancel some of your credit card debt, but the non-payment will remain on your credit report for years to come, dragging down your credit score.
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As consumers’ communications preferences continue to evolve, collection firms and financial institutions need to move to multi-channel communications in order to improve customer contacts, according to industry experts who discussed the matter Tuesday in a Webinar hosted by SoundBite Communications.
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