CMS Fórum 2015: Líderes do Brasil e América Latina apostam na inovação para enfrentar a crise


O 11º Congresso Nacional de Crédito e Cobrança, realizado nos dias 10 e 11 de novembro no Expo Center Norte, em São Paulo, foi pautado por soluções para enfrentar a crise que vem desestabilizando o Brasil desde o começo deste ano. O encontro também sediou o 13º Congresso Latino-americano de Crédito e Cobrança, que reuniu líderes da Argentina, Uruguai, México, Colômbia, Venezuela, Paraguai e Peru.

O debate de abertura do evento, que trouxe como tema “O desafio C e a crise econômica: a indústria de crédito unida para encontrar a saída”, foi moderado pelo economista e jornalista George Vidor. O debate discutiu os atuais desafios que a indústria do crédito, unida, terá que superar. “Vivemos crises muito mais rigorosas do que esta e sobrevivemos. Este é o momento em que muita gente pisa no freio, mas existe um contingente de novas oportunidades, especialmente para identificar melhorias internas”, defendeu o debatedor Francisco Valim, CEO da Nextel Brasil.

Para Rafael Igual, Partner & Co-Founder da Social Business Strategist (Espanha), neste cenário de crise as empresas precisam investir, mais do que nunca, em inovação: “em épocas de bonança vemos a rentabilidade elevada e não nos preocupamos, mas, quando chegam as ‘vacas magras’, parece que o cenário nos obriga a diminuir orçamentos e economizar nos investimentos. Mas, essa estratégia é muito arriscada! É justo diante das dificuldades que devemos investir em inovação e buscar novos modelos de negócio.”, defende o especialista.

Para o presidente da CMS, Pablo Salamone, foi um desafio muito grande reunir respostas – ou pelo menos apontar para soluções inteligentes –  diante da crise: “Nossa maior preocupação foi a de reunir líderes que aceitassem o desafio de encarar a crise e apontar soluções para encontrarmos uma saída.”. Pablo também comenta que o setor precisa cada vez mais de inovação: “Os líderes da indústria de C&C precisam, mais do que nunca, repensar os modelos de negócios e buscar soluções inovadoras para conseguir retomar o crescimento do crédito.”, acrescenta Pablo.

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